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Bula Medicamento - Xolair


Xolair®

Omalizumabe

Uso adulto e pediátrico (crianças a partir de 12 anos de idade)


Forma farmacêutica, via de administração e apresentação - Pó para solução injetável: Via subcutânea. Embalagem contendo 1 frasco-ampola + 1 ampola diluente.

Composição - Cada frasco-ampola contém 150 mg de omalizumabe, um anticorpo monoclonal humanizado fabricado a partir de uma linhagem de células de mamíferos. Excipientes: Sacarose, histidina, cloridrato de histidina monoidratado e polissorbato. Cada ampola diluente contém 2 ml de água para injeção, usado para dissolução do pó para injeção. XOLAIR reconstituído contém 125 mg/ml de omalizumabe (150 mg em 1,2 ml). Descrição do produto: Cada embalagem de XOLAIR 150 mg contém um frasco-ampola com pó para solução injetável e uma ampola de água para injeção. Frasco-ampola (pó): claro, frasco-ampola de vidro incolor tipo I com tampa e selo azul (150 mg). Ampola (solvente): claro, ampola de vidro incolor tipo I contendo 2 ml de água para injeção.

Informações ao paciente - Como este medicamento funciona? XOLAIR age bloqueando uma substância chamada imunoglobulina E (também conhecida simplesmente como IgE) que é produzida pelo nosso corpo. IgE tem um papel fundamental na causa da asma alérgica. A dosagem sangüínea de IgE deve ser monitorizada pelo seu médico antes do início do tratamento com XOLAIR. Por que este medicamento foi indicado? XOLAIR é usado para tratamento de asma alérgica moderada a grave em adultos e crianças (a partir de 12 anos de idade), cujos sintomas não estão controlados por corticosteróides inalatórios. Quando não devo usar este medicamento? Contra-indicações: XOLAIR é contra-indicado a pacientes com alergia a qualquer um dos ingredientes do produto. Advertências e precauções: Não tome XOLAIR para tratar sintomas de asma aguda, como um ataque repentino de asma. Você deve tomar um medicamento específico para este caso. Deve-se ter precaução com reações alérgicas à XOLAIR. XOLAIR contém uma proteína, e proteínas podem causar sérias reações alérgicas em algumas pessoas. Os sinais incluem rash na pele, dificuldade de respirar, inchaço ou sensação de desmaio. Se você tiver reações alérgicas após tomar XOLAIR, contate um médico tão logo você puder. Não use XOLAIR para prevenir ou tratar outras condições alérgicas do tipo: reações alérgicas repentinas; síndrome de hiperimunoglobulina E (uma doença imunodeficiente herdada); aspergilose (um fungo relacionado à doença do pulmão); alergia à comida, alergia na pele ou febre do feno. Gravidez: Se você estiver grávida ou planeja engravidar, consulte o seu médico antes de iniciar o tratamento com XOLAIR. Seu médico irá discutir com você os benefícios e potenciais riscos de tomar este medicamento durante a gravidez. Se você engravidar enquanto estiver tomando XOLAIR, informe o seu médico imediatamente. Amamentação: Se você estiver amamentando ou pretende amamentar, consulte o seu médico antes de tomar XOLAIR. XOLAIR pode passar do seu leite para o seu bebê. Uso pediátrico: Não use XOLAIR em crianças com idade abaixo de 12 anos. Os estudos sobre o uso de XOLAIR em crianças não são suficientes. Problemas nos rins ou fígado: Se você tem problemas nos rins ou no fígado, por favor consulte o seu médico antes de usar XOLAIR. Pacientes idosos: XOLAIR pode ser tomado por pacientes com 65 anos ou mais. Não há evidências que sugiram quaisquer precauções especiais necessárias para o tratamento de pacientes idosos, embora as experiências ainda sejam limitadas. Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou utilizar máquinas: XOLAIR pode fazer você se sentir sonolento ou tonto. Se isto ocorrer, você não deve dirigir ou usar máquinas. Atenção, diabéticos: Contém açúcar. Interações medicamentosas: Informe ao seu médico se você está tomando ou tomou recentemente qualquer outro medicamento, mesmo aqueles sem prescrição médica. XOLAIR pode ser usado junto com corticosteróides inalatórios e outros medicamentos para asma alérgica, mas mesmo assim é importante informar o seu médico de que você está tomando estes medicamentos antes de tomar XOLAIR. Este medicamento é contra-indicado para menores de 12 anos de idade. Informe o médico ou cirurgião-dentista sobre o aparecimento de reações indesejáveis. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Como devo usar este medicamento? Descrição do produto: XOLAIR é um pó e solvente para solução injetável. XOLAIR 150 mg é fornecido como um pó branco em um frasco-ampola com uma ampola contendo 2 ml de água para injeção. O pó deve ser dissolvido na água para injeção antes ser de injetado. XOLAIR deve ser administrado por via subcutânea por uma pessoa habilitada. Antes de iniciar sua terapia com XOLAIR, seu médico deve realizar um exame de sangue para medir seu nível de IgE. Seu médico calculará a quantidade de XOLAIR necessária e a freqüência que você deve tomar o medicamento. Isto depende de seu peso e da quantidade sangüínea de IgE. Leia atentamente os itens abaixo e siga a orientação do seu médico. Dosagem: Você deverá tomar 1 a 3 injeções a cada duas ou a cada quatro semanas. Você precisará continuar tomando o seu remédio atual para asma durante o tratamento com XOLAIR. Não pare de tomar nenhum remédio para asma sem consultar o seu médico. Pode ser que você não note uma melhora imediata após o início do tratamento com XOLAIR. Normalmente, são necessárias várias semanas para se obter o efeito desejado. Se você esquecer da aplicação de XOLAIR: Se você esquecer de uma aplicação de XOLAIR, contate o seu médico. Não use uma dose dupla para compensar a dose esquecida. Efeitos quando o tratamento com XOLAIR for interrompido: A interrupção ou término do tratamento com XOLAIR pode causar recorrência nos sintomas de asma. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Quais os males que este medicamento pode causar? Como todos os medicamentos, XOLAIR pode ter efeitos adversos. Os efeitos adversos causados por XOLAIR são normalmente leves a moderados. Os mais comuns efeitos adversos podem afetar entre 1 e 10 a cada 100 pacientes: dor de cabeça; reações no local da injeção incluindo dor, inchaço, prurido e vermelhidão. Efeitos adversos incomuns podem afetar entre 1 e 10 a cada 1.000 pacientes: sensação de tontura, sonolência ou cansaço; formigamento ou entorpecimento de mãos e pés; desmaio, hipotensão postural (pressão arterial baixa enquanto sentado e em pé), eritema; dor de garganta, tosse, problemas respiratórios agudos; náusea, diarréia, indigestão; coceira, urticária, rash, aumento de sensibilidade da pele ao sol; aumento de peso; sintomas de gripe. XOLAIR é uma proteína e, como qualquer proteína, potencialmente podem ocorrer reações alérgicas locais ou sistêmicas. Reações alérgicas graves repentinas têm sido raramente relatadas (menos do que 1 a cada 1.000 pacientes). Se você notar sinais repentinos de alergia, tais como rash, coceira ou urticária na pele, inchaço na face, lábios, língua ou outras partes do corpo, aceleração dos batimentos cardíacos, tontura e desmaio, falta de ar, problemas respiratórios ou quaisquer outros novos sintomas, consulte o seu médico imediatamente. Se você notar quaisquer outros efeitos adversos não mencionados, ou se estiver preocupado com os efeitos adversos listados anteriormente, consulte o seu médico. Atenção: Este é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para sua comercialização, efeitos indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer. Neste caso, informe o seu médico. O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez? Se você acidentalmente tomar mais XOLAIR do que o prescrito, por favor entre em contato com o seu médico para maiores orientações. Onde e como devo guardar este medicamento? XOLAIR deve ser armazenado sob refrigeração entre 2oC e 8oC. Não congelar. Este medicamento deve ser embarcado à temperatura ambiente controlada (£ 30oC). A data de validade está impressa no cartucho. Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Não use remédio sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Informações técnicas aos profissionais de saúde

Características farmacológicas - Farmacodinâmica: Grupo farmacoterapêutico: outras drogas sistêmicas para doenças obstrutivas das vias respiratórias. O omalizumabe é um anticorpo monoclonal humanizado derivado de DNA recombinante, que se liga seletivamente à imunoglobulina E (IgE). O anticorpo é uma IgG1 kappa que contém regiões de estrutura humana com as regiões determinantes complementares de um anticorpo murino humanizado que liga-se à IgE. A cascata alérgica inicia-se quando a IgE, ligada aos receptores FceRI de alta afinidade na superfície dos mastócitos e basófilos, sofre ligação cruzada por um alérgeno. Isto resulta na degranulação destas células efetoras e na liberação de histaminas, leucotrienos, citocinas e outros mediadores. Estes mediadores são responsáveis pela fisiopatologia da asma alérgica, incluindo edema das vias respiratórias, contração do músculo liso e alteração da atividade celular associada ao processo inflamatório. Eles também contribuem para os sinais e sintomas da doença alérgica, tais como broncoconstrição, produção de muco, sibilos, dispnéia, opressão torácica, congestão nasal, espirros, prurido, rinorréia e prurido nasal, lacrimejamento. O omalizumabe liga-se à IgE e evita a sua ligação ao receptor FceRI de alta afinidade, reduzindo assim a quantidade de IgE livre que está disponível para desencadear a cascata alérgica. O tratamento de indivíduos atópicos com omalizumabe resultou em uma marcante diminuição do número de receptores FceRI em basófilos. Além disso, a liberação de histamina in vitro dos basófilos isolados de indivíduos tratados com XOLAIR foi reduzida em aproximadamente 90% após estimulação com um alérgeno, comparado aos valores de pré-tratamento. Em estudos clínicos, níveis séricos de IgE livre foram reduzidos de forma dose-dependente em uma hora após a primeira dose e mantidos entre doses. A redução média da IgE sérica livre foi maior do que 96% usando doses recomendadas. Níveis séricos de IgE total (ou seja, ligada e não-ligada) aumentaram após a primeira dose devido a formação do complexo omalizumabe:IgE que tem uma taxa de eliminação mais lenta comparada com a IgE livre. Nas 16 semanas após a primeira dose, a média dos níveis séricos de IgE total foi 5 vezes mais alta em relação aos níveis de pré-tratamento quando usados ensaios padrões. Após a interrupção da administração de XOLAIR, o aumento de IgE total e a redução de IgE livre induzidos por XOLAIR foram reversíveis, sem rebote observado nos níveis de IgE após remoção da droga. Níveis de IgE total não retornaram aos níveis de pré-tratamento por até um ano após a descontinuação de XOLAIR. Farmacocinética: A farmacocinética de omalizumabe foi estudada em pacientes com asma alérgica. Absorção: Após administração subcutânea, omalizumabe é absorvido com uma média absoluta de biodisponibilidade de 62%. Após uma única dose subcutânea em pacientes adultos e adolescentes com asma, omalizumabe foi absorvido lentamente, alcançando o pico de concentrações séricas após uma média de 7-8 dias. A farmacocinética de omalizumabe é linear em doses maiores do que 0,5 mg/kg. Após doses múltiplas de omalizumabe, áreas sob a curva de concentração sérica-tempo do dia 0 ao dia 14 no estado de equilíbrio dinâmico (steady-state) foram mais de 6 vezes superiores àquelas após a primeira dose. Distribuição: In vitro, omalizumabe forma complexos de tamanho limitado com IgE. Complexos precipitados e complexos maiores do que um milhão de dáltons de peso molecular não foram observados in vitro ou in vivo. Estudos de distribuição tecidual em macacos cynomolgus não mostraram aumento específico de 125I-omalizumabe por qualquer órgão ou tecido. O volume aparente de distribuição em pacientes após administração subcutânea foi 78 + 32 ml/kg. Eliminação: O clearance de omalizumabe envolve o processo do clearance de IgG, bem como o clearance via específica de ligação e formação de complexo com seu alvo de ligação, a IgE. A eliminação hepática de IgG inclui degradação no sistema reticuloendotelial do fígado (SRE) e células endoteliais. A IgG intacta também é excretada pela bile. Nos estudos com camundongos e macacos, complexos omalizumabe:IgE foram eliminados por interações com receptores Fc-gama dentro do SRE a taxas que foram geralmente mais rápidas do que o clearance de IgG. Em pacientes com asma, a meia-vida de eliminação sérica de omalizumabe foi em média de 26 dias, com clearance aparente médio de 2,4 + 1,1 ml/kg/dia. Adicionalmente, dobrando o peso corpóreo, aproximadamente dobrou o clearance aparente.

Características em populações de pacientes - Idade, raça/etnia, sexo: A população farmacocinética de XOLAIR foi analisada para serem avaliados os efeitos das características demográficas. As análises destes dados limitados sugerem que os ajustes de dose não são necessários por idade (12-76 anos), raça, etnia ou sexo. Insuficiência renal e hepática: Não há dados farmacocinéticos ou farmacodinâmicos em pacientes com insuficiência renal ou hepática. Deve-se ter cuidado quando administrar XOLAIR nesta população de pacientes.

Dados de segurança pré-clínicos - Não houve evidência de uma resposta sistêmica anafilática devido à degranulação de mastócitos em macacos cynomolgus. Complexos do anticorpo IgE-omalizumabe circulantes estavam presentes em todos os estudos com macacos, no entanto, não houve evidências de doença por imunocomplexo mediada em qualquer órgão (incluindo o rim) após administração de omalizumabe. Complexos de omalizumabe não se fixam ao complemento ou mediam citotoxicidade complemento-dependente. A administração crônica de omalizumabe foi bem tolerada em primatas não-humanos, com exceção da redução dose-relacionada da contagem de plaquetas que ocorreu em algumas espécies de primatas não-humanos, em concentrações séricas que geralmente excediam a exposição máxima humana, em estudos clínicos-piloto. Adicionalmente, foram observadas hemorragia aguda e inflamação nos locais de injeção em macacos cynomolgus, que são consistentes com uma resposta imune localizada a administrações subcutâneas repetidas de uma proteína heteróloga. Estudos formais de carcinogenicidade não foram conduzidos com omalizumabe. Anticorpos contra omalizumabe foram detectados em alguns macacos após a administração subcutânea ou intravenosa, o que era esperado pela administração de uma proteína heteróloga. Alguns animais não puderam ser avaliados devido a altas concentrações séricas de omalizumabe, altos níveis de IgE, ou ambos. No entanto, os animais foram mantidos com concentrações séricas altas de omalizumabe em todos períodos de tratamento dos estudos, mas não houve toxicidade aparente devido à presença de anticorpos antiomalizumabe.

Resultados de eficácia - Segurança e eficácia de XOLAIR foram avaliadas em três estudos randomizados, duplo-cegos, placebo controlados e multicêntricos. Nos três estudos foram avaliados pacientes de 12 a 76 anos de idade, com asma persistente moderada a grave (critério NHLBI) por pelo menos um ano com um teste alérgico cutâneo positivo a um aero-alérgeno perene. Os Estudos 1 e 2 foram desenhados para avaliar exacerbações de asma. Na seleção, pacientes nos Estudos 1 (n = 525) e 2 (n = 564) tiveram um volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) entre 40% e 80% do previsto e foi necessário que estivessem sintomáticos na inclusão. O Estudo 3 (n = 341) foi desenhado para avaliar o efeito poupador de corticosteróides inalatórios, sem restrição quanto ao VEF1, e sintomas bem controlados para inclusão no estudo. No Estudo 3, beta-agonistas de longa ação também foram permitidos e pacientes estavam recebendo pelo menos 1.000 mcg/dia de propionato de fluticasona, sendo que alguns pacientes estavam também recebendo corticosteróides orais (n = 95). Os três estudos tinham como critério de inclusão pelo menos 12% de melhoria de VEF1 após administração de um beta-agonista de curta ação, simultâneo ao tratamento com corticosteróides inalatórios (CI) e beta-agonistas de curta ação. Pacientes recebendo outras medicações de controle simultâneas foram excluídos, bem como fumantes. O uso de medicações de controle adicionais durante o estudo foi proibido. Em cada estudo havia um período de inclusão para atingir uma conversão a um CI em comum (dipropionato de beclometasona, para Estudos 1 e 2; propionato de fluticasona para o Estudo 3), seguido pela randomização com XOLAIR ou placebo. No Estudo 3, pacientes foram estratificados pelo uso de somente CI ou CI com uso concomitante de esteróides orais. Nos três estudos, pacientes receberam XOLAIR por 16 semanas com uma mesma dose de CI, a menos que uma exacerbação aguda indicasse um aumento. Os pacientes foram então incluídos em uma fase de redução do CI de 12 semanas (Estudos 1 e 2) ou 16 semanas (Estudo 3), durante a qual a redução de dose de CI (ou esteróides orais no Estudo 3) foi realizada de modo gradual. Administração de XOLAIR foi baseada no peso corpóreo e na concentração dos níveis basais séricos de IgE total. Todos os pacientes necessitavam ter um nível basal de IgE entre 30 e 700 UI e peso corpóreo não maior do que 150 kg. Pacientes foram tratados de acordo com a tabela de dose para administrar pelo menos 0,016 mg/kg/UI (IgE/ml) de XOLAIR ou um volume igual de placebo a cada 4 semanas por período. A dose máxima de XOLAIR por 4 semanas foi de 750 mg; pacientes que tiveram uma combinação de peso-IgE que necessitassem de uma dose maior do que 750 mg foram excluídos dos estudos. Pacientes que receberam mais do que 300 mg em um período de 4 semanas receberam metade da dose total a cada duas semanas. Nos Estudos 1 e 2 a distribuição do número de exacerbações de asma por paciente em cada grupo durante o estudo foi analisada separadamente para o esteróide estável e períodos de redução de esteróide. O número de exacerbações foi reduzido em pacientes tratados com XOLAIR comparados com placebo (Tabela 1).

Tabela 1 - Freqüência de exacerbações de asma por paciente nos Estudos 1 e 2

Fase de esteróide estável (16 semanas)

Estudo 1 Estudo 2

Exacerbações por XOLAIR Placebo XOLAIR Placebo
pacientes N = 268 N = 257 N = 274 N = 272
(%) (%) (%) (%)

³ 1 14,6 23,3 12,8 30,5
Valor de p 0,006 < 0,001
Número médio de 0,28 0,54 0,28 0,66
exacerbações por
paciente

Fase de redução de esteróide (12 semanas)

Estudo 1 Estudo 2

Exacerbações por XOLAIR Placebo XOLAIR Placebo
pacientes N = 268 N = 257 N = 274 N = 272
(%) (%) (%) (%)

³ 1 21,3 32,3 15,7 29,8
Valor de p 0,003 < 0,001
Número médio de 0,39 0,66 0,36 0,75
exacerbações por
paciente

Nos Estudos 1 e 2, XOLAIR foi superior ao placebo com relação ao objetivo primário da exacerbação de asma (definida como piora de asma requerendo corticosteróides sistêmicos ou o dobro da dose de beclometasona basal dos pacientes) e na maioria das variáveis secundárias incluindo efeito poupador de esteróides como evidenciado por uma redução significantemente maior de corticosteróides inalatórios em indivíduos tratados com XOLAIR. A análise do número de exacerbações de asma favoreceu XOLAIR sobre o placebo durante os períodos de esteróide estável e períodos de redução de esteróide como demonstrado na Tabela 1. A redução na freqüência de exacerbações de asma foi mantida a longo prazo em pacientes tratados com XOLAIR comparados a pacientes tratados com placebo, como observado nas fases de extensão duplo-cegas dos Estudos 1 e 2. Nos Estudos 1 e 2, foi demonstrada melhoria clinicamente significante na qualidade de vida relativa à asma, medida através do Questionário sobre a Qualidade de Vida na Asma de Juniper, no grupo de XOLAIR no final da fase principal do estudo de 28 semanas comparada com aquela observada no grupo tratado com placebo (diferença do placebo p £ 0,001 nos Estudos 1 e 2). No Estudo 3, a porcentagem de redução na dose de corticosteróide inalatório no final da fase do tratamento foi significativamente maior nos pacientes tratados com XOLAIR versus pacientes com placebo (média de 60% vs. 50%, p = 0,003).

Indicações - XOLAIR (omalizumabe) é uma imunoterapia inespecífica anti-IgE, indicado para adultos e crianças (a partir de 12 anos de idade) com asma alérgica persistente moderada a grave, cujos sintomas são inadequadamente controlados com corticosteróides inalatórios. XOLAIR tem demonstrado uma diminuição na incidência de exacerbações de asma nestes pacientes. Segurança e eficácia não foram estabelecidas em outras condições alérgicas.

Contra-indicação - Hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer outro componente do produto. Este medicamento é contra-indicado para menores de 12 anos de idade.

Instruções para uso, manuseio e descarte - O produto liofilizado demora 15 a 20 minutos para dissolver, no entanto, em alguns casos, pode demorar mais. O produto completamente reconstituído parecerá claro ou levemente opaco e pode ter algumas poucas bolhas pequenas ou espuma ao redor da borda do frasco-ampola. Como o produto reconstituído é um pouco viscoso, deve-se ter cuidado para retirar todo o produto do frasco-ampola antes de expulsar qualquer ar ou excesso de solução da seringa para obter 0,6 ml ou 1,2 ml da dose completa. Preparação de XOLAIR para administração subcutânea, seguir as instruções abaixo: XOLAIR 150 mg Frasco-ampola: 1. Aspire 1,4 ml de água para injeção da ampola para a seringa equipada com uma agulha 40 x 12 (ou 1,20 x 40) para aspiração do diluente. 2. Com o frasco-ampola colocado na posição vertical em uma superfície plana, insira a agulha e transfira a água para injeção para o frasco-ampola de omalizumabe usando as técnicas assépticas padrão, orientando a água para injeção diretamente sobre o pó. 3. Mantendo o frasco-ampola na posição vertical, gire o frasco-ampola vigorosamente na posição vertical (não agitar) por 1 minuto aproximadamente para umedecer o pó uniformemente. 4. Para auxiliar na dissolução após completar o passo 3, gire o frasco-ampola suavemente na posição vertical por 5 a 10 segundos aproximadamente a cada 5 minutos para dissolver qualquer sólido remanescente. (* Note que em alguns casos pode demorar mais do que 20 minutos para o pó dissolver completamente. Se este for o caso, repita o passo 4 até que não haja partículas visíveis na forma de gel na solução. Quando o produto estiver completamente dissolvido, não deve haver partículas visíveis na forma de gel na solução. É aceitável ter pequenas bolhas ou espuma ao redor da borda do frasco-ampola. O produto reconstituído parecerá claro ou levemente opaco. Não use se partículas estranhas estiverem presentes.) 5. Inverta o frasco-ampola por 15 segundos para permitir que a solução escorra em direção da tampa. Usando uma nova seringa de 3 ml equipada com uma agulha 40 x 12 (ou 1,20 x 40), insira a agulha no frasco-ampola invertido. Posicione a ponta da agulha na tampa do frasco-ampola bem no fundo da solução enquanto estiver aspirando a solução para a seringa. Antes de remover a agulha do frasco-ampola, puxe todo o êmbolo para trás até o final da extremidade do cilindro da seringa para remover toda a solução do frasco-ampola invertido. 6. Substitua a agulha 40 x 12 (ou 1,20 x 40) por uma agulha 13 x 4,5 (ou 0,45 x 13) para injeção subcutânea. 7. Expulse o ar, bolhas grandes e qualquer excesso de solução para obter a dose recomendada de 1,2 ml. Uma fina camada de pequenas bolhas pode permanecer na parte de cima da solução na seringa. Como a solução é levemente viscosa, a injeção pode demorar 5-10 segundos para administração. O frasco-ampola fornece 1,2 ml (150 mg) de XOLAIR. 8. As injeções são administradas subcutaneamente na região deltóide do braço ou na coxa. XOLAIR 150 mg Pó para solução injetável é fornecido em um frasco-ampola de dose única e não contém preservativos antibacterianos. A estabilidade físico-química do produto reconstituído foi demonstrada por 8 horas entre 2°C e 8°C e por 4 horas a 30°C. Do ponto de vista microbiológico, o produto deve ser usado imediatamente após a reconstituição. Se não for usado imediatamente, o tempo de armazenagem e as condições antes do uso são de responsabilidade do usuário e, normalmente, não deveria durar mais do que 8 horas entre 2°C e 8°C, a menos que a reconstituição tenha sido feita em um ambiente sob condições assépticas controladas e validadas. Qualquer quantidade de produto não utilizada ou material desperdiçado deve ser descartado de acordo com as normas locais.

Posologia - Dose e freqüência apropriadas de XOLAIR são determinadas pelo nível sérico basal de IgE (UI/ml), medido antes do início do tratamento e pelo peso corpóreo (kg). Antes da dose inicial, pacientes devem ter seu nível de IgE determinado por qualquer dosagem sérica de IgE total para determinação da dose. Com base nestas medidas, 150 a 375 mg de XOLAIR em 1 a 3 injeções devem ser necessários para cada administração. Veja a Tabela 2 para conversões e as Tabelas 3 e 4 para a determinação das doses. Para doses de 225 ou 375 mg, XOLAIR 150 mg deve ser usado apenas com metade da dose (75 mg), equivalente a 0,6 ml da solução preparada, para completar a dose recomendada.

Tabela 2 - Conversão de dose para número de frascos-ampola, número de injeções e volume total de injeção para cada administração

Dose (mg) Número de Número de Volume total
frascos-ampolas injeções de injeção (ml)
150a 1 1 1,2
225 1,5 2 1,8
300 2 2 2,4
375 2,5 3 3,0

a 1,2 ml = volume máximo fornecido por frasco-ampola (XOLAIR 150 mg).


Tabela 3 - Administração a cada 4 semanas. Dose de XOLAIR (mg por dose) administrado por injeção subcutânea a cada 4 semanas

Nível de IgE
basal Peso corpóreo (kg)
(UI/ml) > 20-30 > 30-40 > 40-50 > 50-60 > 60-70 > 70-80 > 80-90 > 90-125 > 125-150

³ 30-100 150 150 150 150 150 150 150 300 300
> 100-200 150 150 300 300 300 300 300
> 200-300 150 300 300 300
> 300-400 300 300 Administração a cada duas semanas:
> 400-500 300 Ver Tabela 4
> 500-600 300
> 600-700

Tabela 4 - Administração a cada 2 semanas. Dose de XOLAIR (mg por dose) administrado por injeção subcutânea a cada 2 semanas

Nível de IgE
basal Peso corpóreo (kg)
(UI/ml) > 20-30 > 30-40 > 40-50 > 50-60 > 60-70 > 70-80 > 80-90 > 90-125 > 125-150

³ 30-100
> 100-200 Administração a cada duas semanas: 225 300
> 200-300 Ver Tabela 3 225 225 225 300 375
> 300-400 225 225 225 300 300
> 400-500 225 225 300 300 375 375
> 500-600 225 300 300 375 Não administrar
> 600-700 225 225 300 375

Pacientes adultos e pediátricos (com 12 anos de idade ou mais): Pacientes cujo nível basal de IgE ou peso corpóreo em kg estiver fora dos limites da tabela de dose não devem receber XOLAIR. Duração do tratamento, monitoração e ajustes de dose: Em estudos clínicos, houve reduções nos eventos de exacerbação da asma e no uso de medicação de resgate, com melhorias nos índices de sintomas, durante as primeiras 16 semanas de tratamento. São necessárias pelo menos 12 semanas de tratamento para avaliar adequadamente se o paciente está respondendo ou não a XOLAIR. XOLAIR é destinado a um tratamento de longa duração. Descontinuação geralmente resulta em um retorno a elevados níveis de IgE livre e sintomas associados. Os níveis totais de IgE permanecem elevados durante o tratamento e por até um ano após a descontinuação do tratamento; portanto, o re-teste do nível de IgE durante o tratamento com XOLAIR não pode ser usado como um guia de determinação da dose. A determinação da dose após interrupções no tratamento com menos do que um ano deve ser baseada no nível sérico de IgE obtido na determinação da dose inicial. Níveis séricos de IgE total podem ser retestados para a determinação de dose se o tratamento com XOLAIR tiver sido interrompido por um ano ou mais. As doses devem ser ajustadas por mudanças significantes no peso corpóreo (ver Tabelas 3 e 4). Pacientes idosos: Os dados disponíveis são limitados para o uso de XOLAIR em pacientes com mais de 65 anos, mas não há evidências que pacientes idosos requeiram uma dosagem diferente do que pacientes adultos jovens. Uso pediátrico: Segurança e eficácia não foram estabelecidas em pacientes pediátricos com idade abaixo de 12 anos.

Advertências - Atenção diabéticos: Contém açúcar. XOLAIR não é indicado para tratamento de exacerbações de asma aguda, broncoespasmo agudo ou status asmaticus. XOLAIR não foi estudado em pacientes com síndrome de hiperimunoglobulina E ou aspergilose broncopulmonar alérgica ou para prevenção de reações anafiláticas. XOLAIR não foi adequadamente estudado em dermatite atópica, rinite alérgica ou alergia alimentar. A terapia com XOLAIR não foi estudada em pacientes com doenças auto-imunes, condições imunocomplexas mediadas, ou naqueles com insuficiência renal ou hepática preexistente. Deve-se ter cuidado ao administrar XOLAIR a esta população de pacientes. Pacientes com diabetes mellitus, síndrome de má absorção de glicose-galactose, intolerância à frutose ou deficiência de sacarose-isomaltase devem ser advertidos de que uma dose de XOLAIR de 150 mg contém 108 mg de sacarose. Reações alérgicas: Como qualquer proteína, podem ocorrer reações alérgicas locais ou sistêmicas, incluindo anafiláticas. Portanto, medicações para o tratamento de reações anafiláticas devem estar disponíveis para uso imediato após administração de XOLAIR. Os pacientes devem ser informados que tais reações são possíveis e cuidados médicos imediatos podem ser requeridos se reações alérgicas ocorrerem. Reações anafiláticas foram raras em estudos clínicos (ver Reações adversas). Assim como com todos os anticorpos monoclonais humanizados derivados de DNA recombinante, os pacientes podem, em casos raros, desenvolver anticorpos contra o omalizumabe. Gravidez: XOLAIR enquadra-se na categoria B de risco de gravidez. Não há estudos adequados e bem controlados de omalizumabe em mulheres grávidas. Sabe-se que moléculas de IgG atravessam a barreira placentária. Como estudos de reprodução animal nem sempre são previsíveis para a resposta humana, XOLAIR somente deve ser usado durante a gravidez se claramente necessário. Estudos de reprodução em macacos cynomolgus foram conduzidos com omalizumabe. Doses subcutâneas de até 75 mg/kg (12 vezes a dose clínica máxima) de omalizumabe não resultaram em toxicidade materna, embriotoxicidade ou teratogenicidade quando administradas durante a organogênese, e não resultaram em efeitos adversos no feto ou no crescimento neonatal quando administradas durante gestação tardia, parto ou amamentação. Apesar dos efeitos clinicamente significativos nas plaquetas não terem sido observados em pacientes, doses de omalizumabe em excesso comparadas à dose clínica têm sido associadas a reduções de plaquetas sangüíneas idade-dependentes em primatas não-humanos, com uma maior sensibilidade relativa em animais jovens. Em estudos de reprodução em macacos cynomolgus, não houve evidências clínicas de trombocitopenia neonatal em macacos cujas mães foram tratadas com até 75 mg/kg de omalizumabe; no entanto, as contagens de plaquetas não foram avaliadas nestas crias. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Amamentação: Apesar da presença de XOLAIR no leite humano não ter sido estudada, a IgG é excretada no leite humano; portanto, é esperado que XOLAIR esteja presente no leite humano. O potencial de absorção de XOLAIR ou o dano para o bebê são desconhecidos; deve-se ter cuidado ao administrar XOLAIR para mulheres que estejam amamentando. A excreção de omalizumabe no leite foi avaliada em fêmeas de macacos cynomolgus recebendo doses subcutâneas de 75 mg/kg/semana. Os níveis plasmáticos neonatais de omalizumabe após exposição in utero e após 28 dias de amamentação foram entre 11% e 94% do nível plasmático materno. Os níveis de omalizumabe no leite foram de 1,5% da concentração sangüínea materna. Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou utilizar máquinas: Não foram observados efeitos na habilidade de dirigir ou usar máquinas. Os pacientes em uso de XOLAIR devem ser informados que pode ocorrer sonolência ou fadiga e, neste caso, eles não devem dirigir ou utilizar máquinas. Incompatibilidades: XOLAIR não deve ser misturado a qualquer outro medicamento ou diluente diferente da água para injeção.

Interações medicamentosas - Enzimas do citocromo P-450, bombas de efluxo e mecanismos de ligação protéica não estão envolvidos no clearance de omalizumabe; embora exista um pequeno potencial de interações droga-droga. Nenhum estudo de interação com droga formal ou vacina foi desempenhado com XOLAIR. Não há razão farmacológica para se esperar que medicações comumente prescritas usadas no tratamento da asma irão interagir com omalizumabe. Em estudos clínicos, XOLAIR foi usado comumente em conjunto com corticosteróides inalatórios ou orais, beta-agonistas inalatórios de curta e de longa ação, modificadores de leucotrienos, teofilinas e anti-histamínicos orais. Não houve indicação que a segurança de XOLAIR foi alterada com estas outras medicações comumente usadas para asma. Dados limitados sobre o uso de XOLAIR em combinação com imunoterápicos específicos (terapia de hipossensibilização) estão disponíveis.

Reações adversas - Durante os estudos clínicos, as reações adversas mais comuns foram reações no local de injeção (incluindo dor no local de injeção, inchaço, eritema e prurido) e cefaléias. Quanto à gravidade, na sua maioria, as reações foram de leves a moderadas. A Tabela 5 lista as reações adversas registradas em estudos clínicos na população total de segurança tratada com XOLAIR por classe de órgão e sistema e por freqüência. As freqüências são definidas como: comum (> 1/100; < 1/10), incomum (> 1/1.000; < 1/100), rara (< 1/1.000).

Tabela 5 - Reações adversas

Infecções e infestações
Raras Infecções parasitárias

Doenças do sistema imunológico
Raras Reação anafilática e outras condições alérgicas

Doenças do sistema nervoso
Comum Cefaléia
Incomuns Vertigem, sonolência, parestesia, síncope

Doenças vasculares
Incomuns Hipotensão postural, eritema

Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino
Incomuns Faringite, tosse, broncoespasmo alérgico

Doenças gastrointestinais
Incomuns Náusea, diarréia, sinais e sintomas dispépticos

Doenças de pele e tecidos subcutâneos
Incomuns Urticária, rash, prurido, fotossensibilidade

Doenças gerais e condições do local de administração
Comuns Reações no local da injeção, tais como dor, eritema, prurido, inchaço
Incomuns Aumento de peso, fadiga, inchaço dos braços, sintomas de gripe


As freqüências de reações adversas no grupo de pacientes em tratamento ativo foram muito similares àquelas observadas no grupo-controle. Eventos alérgicos: Assim como com qualquer proteína, podem ocorrer reações locais ou sistêmicas. Nos estudos clínicos, as freqüências de todos os eventos do tipo alérgico foram similares para ambos os grupos de tratamento da população total de estudo. Malignidades: Durante os estudos clínicos, houve um desequilíbrio numérico nos cânceres originados no grupo ativo de tratamento em comparação com o grupo-controle. O número de casos observados foi incomum (< 1/100) em ambos os grupos. Plaquetas: Nos estudos clínicos, poucos pacientes tiveram contagem de plaquetas abaixo do limite inferior do nível normal de laboratório. Nenhuma destas mudanças foi associada a episódios de sangramento ou a uma diminuição de hemoglobina. Nenhum padrão de redução persistente na contagem plaquetária tem sido reportado em humanos, como foi observado em primatas não-humanos (ver Dados de segurança pré-clínicos). Outros dados de laboratório: Durante os estudos clínicos, não houve evidências de mudanças clinicamente relevantes em testes de segurança de laboratório.

Atenção - Este é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para sua comercialização, efeitos indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer. Neste caso, informe o seu médico.

Superdose - Nenhum caso de superdose foi reportado. A dose máxima tolerada de XOLAIR não foi determinada. Doses únicas intravenosas de até 4.000 mg (ou 4 g) foram administradas em pacientes sem evidência de dose limite de toxicidade. A dose acumulativa mais alta administrada para pacientes foi 44.000 mg (ou 44 g) durante um período acima de 20 semanas e esta dose não resultou em qualquer efeito adverso agudo.

Armazenagem - Armazenar a temperatura entre 2°C e 8°C. Não congelar. Manter na embalagem
original. XOLAIR deve ser transportado em temperatura ambiente controlada (< 30°C).

Prazo de validade - Após reconstituição, a solução deve ser administrada de acordo com as instruções do item Instruções para uso, manuseio e descarte. A data de validade está imprensa no cartucho. Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Venda Sob Prescrição Médica.

Uso restrito a hospitais.

Fabricado por: Genentech Inc., São Francisco - Califórnia, EUA ou
Novartis Pharma Stein AG - Stein, Suíça.

® Marca registrada de Novartis AG, Basiléia, Suíça.

Serviço de Informações ao Cliente: 0800-8883003.

Registro no M.S. 1.0068.0983.

Importado e distribuído por:
NOVARTIS Biociências S.A.

O Clinicabr é um software para area de saúde. Para consultar a venda de remédios, sugerimos alguns sites populares na internet. Farmácias e drogarias on line:

Farmagora - www.farmagora.com.br
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Drogaria Minas Brasil - www.drogariaminasbrasil.com.br
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Informamos que esta se destina unicamente para consultas e que o uso de medicamentos sem orientação adequada pode trazer riscos a saúde. O ClinicaBR recomenda a todos os pacientes a procurarem sempre uma orientação médica.

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