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Bula Medicamento - Visudyne


Visudyne®

Verteporfina

Uso adulto


Forma farmacêutica, via de administração e apresentação - Pó para solução para infusão intravenosa: Caixa com 1 frasco-ampola.

Composição - Cada frasco-ampola contém 15 mg de verteporfina; é um pó verde-escuro a preto. Após reconstituição, 1 ml contém: 2 mg de verteporfina; 7,5 ml da solução reconstituída contêm 15 mg de verteporfina. Excipientes: Lactose, butilhidroxitolueno, ácido L-ascórbico 6-palmitato, fosfatidilglicerol e fosfatidilcolina de dimiristoila.

Informações ao paciente - Como este medicamento funciona? VISUDYNE é um medicamento ativado pela luz (fotossensibilizante), administrado via intravenosa. O medicamento é ativado no olho através de um laser não-térmico, provocando o fechamento dos vasos sangüíneos coroidianos anormais, deixando os vasos normais em funcionamento. O tratamento que utiliza um fotossensibilizante e a ativação pela luz é chamado de terapia fotodinâmica (TFD). Por que este medicamento foi indicado? VISUDYNE é indicado para o tratamento de certos tipos de lesão ou esgotamento da mácula (pequena área no fundo do olho que permite enxergar detalhes) devido à idade ou outras doenças, ou em casos de miopia patológica. Quando a mácula não funciona de maneira correta, pode ocorrer borramento ou manchas escuras no centro da visão. Quando não devo usar este medicamento? VISUDYNE somente deve ser manipulado por profissionais habilitados. Siga todas as orientações do médico cuidadosamente, mesmo se estas forem diferentes das informações gerais contidas nesta bula. Não use VISUDYNE nos seguintes casos: se você tem porfiria (doença metabólica rara, ocasionada pelo excesso de ferro no organismo); se você tem hipersensibilidade (alergia) à verteporfina ou a qualquer um dos componentes do produto. Se qualquer um destes itens se aplica a você, informe ao seu médico antes da aplicação de VISUDYNE. Cuidados após a aplicação de VISUDYNE: Depois do tratamento com VISUDYNE você estará sensível à luz (fotossensível) por 48 horas após receber a infusão. Durante este período, você deve evitar a exposição da pele desprotegida, olhos ou outros órgãos do corpo, à luz solar direta ou à luz artificial intensa, como as salas de bronzeamento artificial, iluminação halógena brilhante ou iluminação de alta potência utilizadas em salas de cirurgia e consultórios dentários. Se você tiver que sair à luz do dia durante as primeiras 48 horas após o tratamento, deve proteger a pele e olhos usando vestuário protetor e óculos escuros. A luz de ambientes internos é segura. Protetores solares UV não são eficazes para evitar reações de fotossensibilidade. Se uma cirurgia de emergência for necessária dentro das 48 horas após o tratamento, a maior parte do tecido interno deve ser protegida da luz intensa. Tome cuidado com VISUDYNE especialmente: se você apresentar insuficiência hepática moderada a grave ou obstrução biliar. Se qualquer um destes itens se aplica a você, informe ao seu médico antes da aplicação de VISUDYNE. Gravidez: Se você está grávida ou acha que está grávida, informe ao seu médico. VISUDYNE somente deve ser usado em mulheres grávidas se o benefício potencial exceder o risco para o feto. Seu médico irá discutir com você os riscos potenciais de usar VISUDYNE durante a gravidez. Amamentação: Se você está amamentando, informe ao seu médico. Você não deve amamentar nas primeiras 96 horas após o tratamento com VISUDYNE. VISUDYNE não deve ser utilizado durante a gravidez e a amamentação, exceto sob orientação médica. Informe ao seu médico se ocorrer gravidez ou iniciar amamentação durante o uso deste medicamento. Este medicamento é contra-indicado em crianças. Tomando outros medicamentos com VISUDYNE: É possível que o uso ao mesmo tempo com outras medicações (por exemplo, tetraciclinas, sulfonamidas, fenotiazinas, agentes hipoglicemiantes como sulfoniluréias, diuréticos tiazídicos e griseofulvina) aumente o risco de reações de fotossensibilidade. Informe ao seu médico se você está tomando ou tomou recentemente qualquer outro medicamento. Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis. Como devo usar este medicamento? VISUDYNE 15 mg é fornecido em frasco-ampola, em pó para solução para infusão; é um pó verde-escuro a preto. O tratamento com VISUDYNE realiza-se em duas etapas: A primeira etapa consiste na infusão intravenosa de VISUDYNE e a segunda etapa consiste na ativação de VISUDYNE por meio de luz, 15 minutos após o início da infusão. Este produto só deve ser manipulado por profissionais habilitados. Você deve verificar com seu médico se você tem dúvidas. VISUDYNE é para uso de adultos. A dose e a extensão da aplicação do medicamento serão determinadas pelo seu médico através de um exame. Seu médico irá informá-lo sobre o tempo de duração do seu tratamento com VISUDYNE. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento. Quais os males que este medicamento pode causar? Como todos os medicamentos, VISUDYNE pode ter efeitos indesejáveis em algumas pessoas. A maioria das reações foi leve à moderada e de natureza transitória. VISUDYNE pode causar o seguinte: Efeitos comuns: Visão anormal, como borramento, enevoamento, confusão, flashes de luz, visão diminuída, alteração do campo visual como halos escuros ou cinzas, escotomas e manchas negras. Diminuição grave da visão, equivalente a quatro linhas ou mais, dentro de sete dias. Dor, inchaço, inflamação, extravasamento no local de injeção. Dor relacionada à infusão, apresentando-se principalmente como dor nas costas, astenia. Reações de fotossensibilidade sob a forma de queimaduras solares após exposição ao sol, geralmente nas 24 horas após a infusão. Efeitos incomuns: Descolamento da retina (não-regmatogênico), hemorragia retiniana/sub-retiniana, hemorragia vítrea. Hemorragia, descoloração e hipersensibilidade no local de injeção. Dor, hipertensão, hipoestesia, febre. Se qualquer um destes efeitos persistir ou se tornar incômodo, informe ao seu médico. Se você observar qualquer outro efeito colateral não mencionado nesta bula, informe ao seu médico. Durante o tratamento você não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem ser prejudicadas. Atenção: Este produto é um novo medicamento e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, podem ocorrer efeitos indesejáveis não conhecidos. Se isto ocorrer, o médico responsável deve ser comunicado. O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez? A superdose de verteporfina pode prolongar o período de fotossensibilidade. Neste caso, você deve prolongar o período de proteção da pele e dos olhos da incidência de luz solar direta ou de luz artificial intensa, por um período de tempo proporcional a superdose recebida. Onde e como devo guardar este medicamento? O produto deve ser armazenado em temperaturas de até 25°C e protegido da luz. Não utilize após a data de vencimento no cartucho. Não utilize se o produto estiver danificado ou mostrar sinais de violação. Após reconstituição e diluição, proteger da luz até o momento do uso e utilizar no máximo dentro de 4 horas, mantendo o produto em temperaturas de até 25°C. Do ponto de vista microbiológico o produto deve ser usado imediatamente.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Não use remédio sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Informações técnicas aos profissionais de saúde

Características farmacológicas - Farmacodinâmica: Grupo farmacoterapêutico: Agentes utilizados em terapia fotodinâmica: código ATC: L01 XD02. A verteporfina, que também é conhecida como anel monoácido A derivado benzoporfirínico (BPDMA), consiste de uma mistura 1:1 dos regioisômeros igualmente ativos BPD-MAC e BPD-MAD. A verteporfina é utilizada como um fármaco ativado pela luz (fotossensibilizante). A verteporfina produz agentes citotóxicos somente quando é ativada pela luz na presença de oxigênio. Quando a energia absorvida pela porfirina é transferida para o oxigênio, há formação de oxigênio-singleto de vida curta altamente reativo. O oxigênio-singleto causa danos às estruturas biológicas na sua faixa de difusão, resultando em oclusão vascular local, dano celular e, sob certas condições, morte celular. A seletividade da terapia fotodinâmica (TFD) utilizando-se a verteporfina é baseada na recaptura rápida e na retenção seletiva da verteporfina por células que se proliferam rapidamente incluindo o endotélio neovascular coroidiano, além da exposição localizada de radiação. Farmacocinética: A Cmáx, após uma infusão de 10 minutos de 6 e 12 mg/m2 de área de superfície corporal, na população-alvo, é de aproximadamente 1,5 e 3,5 microgramas/ml, respectivamente. Estes valores são um pouco mais elevados (26% para a dose proposta de 6 mg/m2) do que os observados em voluntários jovens sadios e podem resultar em uma exposição maior. A relevância clínica desta diferença relacionada à idade é remota, uma vez que a avaliação risco/benefício determinada na população alvo é favorável. Foi encontrada uma variação interindividual de no máximo duas vezes, nas concentrações plasmáticas no Cmáx (imediatamente após o final da infusão) e no momento de exposição à luz para cada dose de VISUDYNE administrada. Ligação às proteínas: No sangue humano 90% da verteporfina estão ligada às frações lipoprotéicas do plasma e aproximadamente 6% estão associada à albumina. Metabolismo: O grupo éster da verteporfina é hidrolisado por estearases plasmáticas e hepáticas, levando à formação de um derivado diácido benzoporfirínico (BPD-DA). O BPD-DA também é fotossensibilizante, mas sua exposição sistêmica é baixa (5%-10% da exposição da verteporfina, sugerindo que a maior parte da droga é eliminada inalterada). Estudos in vitro não mostraram qualquer envolvimento significativo do metabolismo oxidativo pelas enzimas do citocromo P-450. Eliminação: Após infusão intravenosa, a verteporfina exibe uma eliminação biexponencial. A extensão da exposição e a concentração plasmática máxima são proporcionais às doses entre 6 e 20 mg/m2. Na dose pretendida, os parâmetros farmacocinéticos não são afetados significativamente pelo gênero. Os valores médios de meia-vida de eliminação plasmática variam de 5-6 horas para verteporfina. Em um estudo com pacientes com insuficiência hepática leve (definida como dois testes da função hepática anormais no recrutamento), a AUC e o Cmáx não foram significativamente diferentes do grupo controle, entretanto, a meia-vida foi significativamente aumentada em aproximadamente 20%. A excreção combinada de verteporfina e BPD-DA na urina humana foi menor que 1% sugerindo excreção biliar.

Dados de segurança pré-clínicos - Em estudos de repetição de dose em ratos e cães, foram observadas hemólise extravascular leve e resposta hematopoética com maior exposição aproximadamente 70 vezes (ratos) e 32 vezes (cães) à exposição (baseada na AUC) da dose recomendada em humanos. A rápida administração de 2,0 mg/kg de verteporfina na taxa de 7 ml/minuto (50 vezes a taxa recomendada para humanos) em porcos anestesiados resultou em efeitos hemodinâmico e algumas vezes em morte rápida dentro de dois minutos após a administração da droga. Efeitos semelhantes foram observados em porcos sedados. A administração prévia de uma dose de difeniramina diminuiu estes efeitos, o que sugere que a histamina possa ter um papel neste processo. Os animais não-anestesiados e não sedados não foram afetados por esses parâmetros de dose. Nenhuma alteração foi registrada em cães conscientes ou anestesiados recebendo 20 mg/kg de verteporfina com uma taxa de infusão de 5 ml/minuto. Os efeitos podem ser uma resposta a ativação do sistema complemento. In vitro, a verteporfina em uma concentração plasmática 5 vezes maior que a esperada em pacientes sob tratamento, causou a ativação do sistema complemento no sangue humano. Os níveis de toxicidade ocular em coelhos e macacos normais, particularmente na retina/coróide, correlacionaram-se com a dosagem do fármaco, da radiação e com o tempo de tratamento com a radiação. Não foi demonstrada toxicidade ocular em estudo de toxicidade retinal em cães com administração de verteporfina intravenosa e exposição à luz do dia. Em um estudo de teratologia, quando foram administrados em fetos de ratos uma quantidade maior que 70 vezes a dose recomendada em humanos, houve aumento da incidência de anoftalmia/microftalmia, alterações morfológicas nas costelas e alterações fetais. Não foi observada teratogenicidade em fetos de coelhos nos quais foi administrado uma dose 67 vezes maior que a dose recomendada em humanos. A verteporfina não se mostrou genotóxica na ausência ou na presença de luz na usual bateria de testes genotóxicos. Foram observados efeitos imunomodulatórios em camundongos. A ativação de todo corpo pela radiação em três horas de administração de verteporfina modificou beneficamente o curso de várias condições patológicas imunologicamente mediadas e diminuiu a resposta imune cutânea normal sem causar reações cutâneas ou imunossupressão não-específica. Não foram observados efeitos na fertilidade ratos machos e fêmeas após administração intravenosa de verteporfina de até 10 mg/kg/dia (aproximadamente 60 e 40 vezes à exposição humana de 6 mg/m2 baseada na AUCinf em ratos machos e fêmeas, respectivamente).

Resultados de eficácia - Degeneração macular relacionada à idade com lesões subfoveais predominantemente clássicas: VISUDYNE foi estudado em dois estudos multicêntricos, randomizados, duplo-cegos, placebo-controlados (BPD OCR 002 A e B). Um total de 609 pacientes foi incluído (402 para VISUDYNE, 207 para placebo). O objetivo foi demonstrar a eficácia e a segurança em longo prazo da TFD com verteporfina em limitar a diminuição na acuidade visual em pacientes com NVC subfoveal devido a DMRI. A variável de eficácia primária foi o índice de resposta, definido como a proporção de pacientes que perderam menos de 15 letras (equivalente a 3 linhas) de acuidade visual (medida com quadros ETDRS) no mês 12 em relação ao basal. Os seguintes critérios de inclusão foram considerados para o tratamento: pacientes com mais de 50 anos, presença de NVC secundária a DMRI, presença de componentes de lesão clássica da NVC (definida como uma área bem demarcada por fluorescência na angiografia), NVC subfoveal (envolvendo o centro geométrico da zona avascular foveal), área clássica mais oculta com NVC ³ 50% da superfície total da lesão, maior dimensão linear de toda a lesão £ 9 áreas de disco em Estudo de Fotocoagulação Macular (EFM) e uma acuidade visual melhor corrigida entre 34 e 73 letras (aproximadamente 20/40 e 20/200) no olho tratado. A presença de lesões de NVC oculta (fluorescência pouco definida no angiograma) foi permitida. Durante estes estudos foi permitido retratamento, a cada 3 meses, se os angiogramas de fluoresceína mostrassem qualquer recorrência ou persistência de vazamento. Os resultados após 12 meses indicaram que VISUDYNE foi estatisticamente superior ao placebo em relação à proporção de pacientes respondendo ao tratamento. Os estudos mostraram uma diferença de 15% entre os grupos de tratamento (61% para os pacientes tratados com VISUDYNE, comparado a 46% dos pacientes tratados com placebo, p < 0,001, análise ITT). Esta diferença de 15% entre os grupos de tratamento foi confirmada após 24 meses (53% para VISUDYNE versus 38% para placebo, p < 0,001). O subgrupo de pacientes com lesões NVC predominantemente clássicas (³ 50%) (N = 242; 159 para VISUDYNE, 83 para placebo) tinha maior probabilidade de apresentar um benefício maior com o tratamento. Após 12 meses, estes pacientes mostraram uma diferença de 28% entre os grupos de tratamento (67% para os pacientes de VISUDYNE comparado a 39% para os pacientes do placebo, p < 0,001) e este benefício foi mantido após 24 meses (59% versus 31%, p < 0,001). Perda grave da visão (³ 6 linhas de acuidade visual em relação ao basal) foi apresentada somente por 12% dos pacientes tratados com VISUDYNE, comparado a 33% dos pacientes tratados com placebo no mês 12, e por 15% dos pacientes tratados com VISUDYNE, comparado a 36% dos pacientes tratados com placebo no mês 24. Dados de um estudo de extensão aberto, não-controlado (estudo de extensão TAP A + B) realizado em pacientes acompanhados do mês 24 em diante e recebendo tratamento com VISUDYNE de acordo com a necessidade sugerem que os resultados de visão no mês 24 podem ser sustentados até 60 meses. Nenhuma preocupação adicional de segurança foi identificada no estudo de extensão. Para todos os tipos de lesão observadas no estudo TAP, a média do número de tratamentos por ano foi 3,5 no primeiro ano após o diagnóstico e 2,4 no segundo para fase placebo-controlada, randomizada e 1,3 no terceiro ano, 0,4 no quarto e 0,1 no quinto ano para a fase aberta de extensão. Degeneração macular relacionada à idade com lesões subfoveais ocultas sem componente clássico: Outro estudo multicêntrico, randomizado, duplo-cego, placebo-controlado, de 24 meses (BPD OCR 003 AMD) foi conduzido em pacientes com DMRI caracterizada por NVC subfoveal oculta sem componente clássico, com acuidade visual ³ 50 letras (20/100), ou NVC com lesões clássicas com acuidade visual ³ 70 letras (20/40). Foram envolvidos neste estudo 339 pacientes (225 para verteporfina, 114 para placebo). O parâmetro de eficácia foi o mesmo do BPD OCR 002 (mencionado anteriormente). No mês 12, embora o parâmetro de eficácia secundário (como alterações na acuidade visual e sensibilidade ao contraste, resultados angiográficos, desenvolvimento de componentes clássicos em pacientes somente com NVC oculta) foi estatisticamente e significantemente a favor do VISUDYNE, o estudo não mostrou qualquer resultado estatisticamente significante no parâmetro de eficácia primária (índice de resposta). No mês 24, foi observada uma diferença estatisticamente significante de 12,9% a favor de VISUDYNE comparado ao placebo (46,2% versus 33,3%, p = 0,023). Um grupo de pacientes que tinha lesões ocultas sem componente clássico (N = 258), mostrou uma diferença estatisticamente significante de 13,7% a favor do VISUDYNE comparado ao placebo (45,2% versus 31,5%, p = 0,032). Análises exploratórias do subgrupo sugeriram que o benefício do tratamento foi maior para pacientes com lesões ocultas sem componentes clássicos, que apresentaram lesões pequenas (< 4 MPS-DA) ou níveis menores de visão (AV < 65 letras) no basal (N = 187). Nestes pacientes a diferença do índice de resposta foi de 26,2% a favor de VISUDYNE comparado aos pacientes do placebo (51,2% versus 25% no mês 24, p < 0,001). Miopia patológica: Um estudo multicêntrico, randomizado, duplo-cego, placebo-controlado (BPD OCR 003 PM), foi conduzido em pacientes com neovascularização coroidiana subfoveal causada por miopia patológica. Um total de 120 pacientes (81 para VISUDYNE, 39 para placebo) foi incluído no estudo. A dosagem e a elegibilidade ao retratamento foram as mesmas dos estudos de DMRI. Uma análise planejada de segurança e eficácia foi conduzida nos meses 12 e 24, com 96% e 95% dos pacientes completando cada parte do estudo, respectivamente. No mês 12, a diferença entre os grupos de tratamento, favoreceu estatisticamente ao VISUDYNE. Para o parâmetro de eficácia primária (porcentagem de pacientes que perderam menos de 3 linhas de acuidade visual), estes pacientes mostraram uma diferença de aproximadamente 20% entre os grupos (86% para VISUDYNE versus 67% para placebo, p = 0,011). A porcentagem de pacientes com visão estabilizada, definida como perda de visão de menos de 1,5 linha foi de 72% (VISUDYNE) versus 44% (placebo), mostrando diferença de 28% entre os grupos de tratamento (p = 0,003). Vinte e seis pacientes tratados com VISUDYNE (32%) e 6 pacientes tratados com placebo (15%) ganharam mais de uma linha de acuidade visual. No mês 24, a porcentagem de pacientes que perderam menos de 3 linhas de acuidade visual foi de 79% para pacientes de VISUDYNE e 72% para pacientes do placebo, mostrando uma diferença de 7% entre os grupos (p = 0,381). A diferença entre pacientes de VISUDYNE e placebo que perderam menos de 1,5 linha foi de 16% (64% para VISUDYNE versus 49% para placebo, p = 0,106). Trinta e dois pacientes tratados com VISUDYNE (40%) ganharam mais de uma linha de visão, 10 dos quais mais de 3 linhas. Em comparação, 5 pacientes tratados com placebo (13%) melhoraram uma linha ou mais e nenhum melhorou 3 linhas ou mais. Dados de um estudo de extensão aberto, não-controlado (estudo de extensão VIP-PM) realizado em pacientes acompanhados do mês 24 em diante e recebendo tratamento com VISUDYNE de acordo com a necessidade sugerem que os resultados de visão no mês 24 podem ser sustentados por até 60 meses. Nenhuma preocupação adicional de segurança foi identificada no estudo de extensão. No estudo VIP-PM de miopia patológica, a média do número de tratamentos por ano foi 3,5 no primeiro ano após o diagnóstico e 1,8 no segundo para fase placebo-controlada, randomizada e 0,4 no terceiro ano, 0,2 no quarto e 0,1 no quinto ano para a fase aberta de extensão. Outras afecções maculares: Um estudo aberto (BPD OCR 004) foi conduzido em pacientes com NVC causada por síndrome de histoplasmose ocular. Um total de 26 pacientes foi tratado com VISUDYNE no estudo. A posologia e re-tratamentos foram os mesmos dos estudos de DMRI. Após a terapia com VISUDYNE, a acuidade visual melhorou 7 ou mais letras em relação ao basal em 46% dos pacientes após 24 meses de acompanhamento, com 36% dos pacientes ganhando 15 ou mais letras de acuidade visual. Estes resultados mostram que a terapia com verteporfina demonstrou uma melhora na visão comparada à progressão natural da doença, que resultou na perda da visão. Dados de um estudo de extensão aberto, não-controlado (estudo de extensão VOH) realizados em pacientes acompanhados do mês 24 em diante e recebendo tratamento com VISUDYNE de acordo com a necessidade sugerem que os resultados de visão no mês 24 podem ser sustentados por até 48 meses. Nenhuma preocupação adicional de segurança foi identificada no estudo de extensão. No estudo VOH de suposta histoplasmose ocular, a média do número de tratamentos por ano foi 2,9 no primeiro ano após o diagnóstico e 1,2 no segundo, 0,2 no terceiro ano e 0,1 no quarto.

Indicações - VISUDYNE é indicado para o tratamento de pacientes com neovascularização coroidiana subfoveal (NCS): predominantemente clássica ou oculta, secundária à degeneração macular relacionada à idade; secundária à miopia patológica, síndrome de histoplasmose ocular adquirida ou outras afecções maculares.

Contra-indicações - VISUDYNE é contra-indicado para pacientes com porfiria ou com hipersensibilidade conhecida à verteporfina ou a qualquer um dos excipientes de VISUDYNE.

Posologia - O tratamento com VISUDYNE realiza-se em duas etapas: A primeira etapa consiste na infusão intravenosa de VISUDYNE por 10 minutos, na dose de 6 mg/m2 de área de superfície corporal, diluída em 30 ml de solução para infusão (ver Modo de usar e cuidados de conservação depois de aberto). A segunda etapa consiste na ativação de VISUDYNE por meio de luz, 15 minutos após o início da infusão intravenosa. Para tanto, é utilizada uma radiação de luz vermelha não térmica (comprimento de onda de 689 nm ± 3 nm), gerada por um laser diodo e administrada através de uma lâmpada de fenda equipada com fibra óptica e uma lente de contato adequada. Na intensidade de luz recomendada de 600 mW/cm2, são necessários 83 segundos para administrar a dose de luz necessária de 50 J/cm2. O maior comprimento linear da lesão neovascular coroidiana é estimado através de uma angiografia com fluoresceína e com fotografia do fundo de olho. Recomenda-se o uso de um retinógrafo com um aumento dentro de 2,4 a 2,6 vezes. A zona de tratamento deve incluir toda neovasculatura, hemorragia e/ou fluorescência bloqueada. Para assegurar o tratamento de lesões com bordas mal delineadas, deve ser considerada uma margem adicional de 500 micromêtros ao redor da lesão visível. A borda nasal da zona de tratamento deve estar a uma distância de pelo menos 200 micromêtros da borda temporal do disco óptico. O tamanho máximo de área no primeiro tratamento, nos estudos clínicos, foi de 6.600 micromêtros. Para o tratamento de lesões maiores do que o tamanho máximo da zona de tratamento deve-se aplicar luz na maior área possível da lesão ativa. É importante seguir as recomendações anteriores para conseguir os melhores resultados de tratamento. Os pacientes devem ser reavaliados a cada três meses. Em caso de hemorragia recorrente da NVC, o tratamento com VISUDYNE deve ser repetido. A terapia com VISUDYNE deve ser repetida a cada 3 meses mais ou menos 2 semanas.

Modo de usar e cuidados de conservação depois de aberto - Este produto só deve ser manipulado por profissionais habilitados. VISUDYNE deve ser reconstituído em 7 ml de água para injetáveis, para que seja obtida uma solução com volume final de 7,5 ml e concentração de 2 mg/ml. A solução reconstituída de VISUDYNE é uma solução verde-escuro opaca. Recomenda-se que a solução reconstituída de VISUDYNE seja visualmente inspecionada para materiais particulados e descoloração antes da administração. Para uma dose de 6 mg/m2 de superfície corporal (ver Posologia), diluir a quantidade necessária desta solução de VISUDYNE em glicose/dextrose 5% para injeção para um volume final de 30 ml. Não utilizar solução salina (ver Incompatibilidades). Recomenda-se utilizar um filtro de linha de infusão padrão, com um tamanho de poro de no mínimo 1,2 micrômetros conforme utilizado nos estudos clínicos. O frasco e a porção da solução reconstituída não usada devem ser descartadas após uso único. Se a solução derramar, deve ser contida e limpa com um pano úmido. Deve-se evitar contato com a pele e os olhos. Recomenda-se o uso de luvas de borracha e proteção para os olhos. Todos os materiais devem ser descartados adequadamente. Incompatibilidades: VISUDYNE precipita na presença de soluções salinas. Não utilizar soluções salinas ou outras soluções parenterais. Não misturar VISUDYNE na mesma solução com outros medicamentos.

Advertências - Pacientes submetidos ao tratamento com VISUDYNE tornam-se fotossensíveis por 48 horas após a infusão. Durante este período, os pacientes devem evitar a exposição da pele desprotegida, olhos ou outros órgãos do corpo, à luz solar direta ou à luz artificial intensa, como as salas de bronzeamento artificial, iluminação halógena brilhante ou iluminação de alta potência utilizadas em salas de cirurgia e consultórios dentários. Durante estas 48 horas os pacientes também devem evitar a exposição à luz de produtos médicos que emitam luz, como por exemplo, oxímetro de pulso. Se uma cirurgia de emergência for necessária dentro das 48 horas após o tratamento, a maior parte do tecido interno deve ser protegida da luz intensa. Se o paciente tiver que sair à luz do dia durante as primeiras 48 horas após o tratamento, deve proteger a pele e olhos usando vestuário protetor e óculos escuros. A luz ambiente artificial é segura. Protetores solares UV não são eficazes para evitar reação de fotossensibilidade. A luz de ambientes internos é segura. Os pacientes não devem ficar no escuro e devem ser encorajados a se exporem à luz de ambientes internos para agilizar a eliminação do fármaco pela pele por um processo chamado 'photobleaching'. O tratamento com VISUDYNE deve ser considerado com cautela em pacientes com insuficiência hepática moderada a grave ou obstrução biliar, uma vez que não há experiência com estes pacientes. Pacientes que sofrerem uma diminuição grave da visão (equivalente a quatro linhas ou mais), dentro de uma semana após o tratamento, não devem ser submetidos a um novo tratamento, pelo menos até que a sua visão se recupere completamente aos níveis anteriores ao tratamento, e até que os benefícios e riscos potenciais do tratamento subseqüente tenham sido cuidadosamente avaliados pelo médico. O extravasamento de VISUDYNE pode provocar dor forte, inflamação, edema, vesiculação ou descoloração no local da injeção, especialmente se a área afetada for exposta à luz. O alívio da dor pode necessitar de administração de analgésicos. Para evitar o extravasamento, as precauções padrão incluem (mas não estão restritas a) as seguintes medidas: estabelecer uma via de fluxo IV livre antes de se iniciar a infusão com VISUDYNE e esta via deve ser monitorada. A veia de maior calibre possível do braço, de preferência a antecubital, deve ser usada para a infusão e veias pequenas nas costas da mão devem ser evitadas. Caso ocorra extravasamento, a infusão deve ser interrompida imediatamente. Proteger totalmente a área afetada da luz direta intensa até que o edema e a descoloração tenham desaparecido, a fim de prevenir a ocorrência de uma queimadura local, que pode ser grave, e aplicar compressas frias no local da injeção. Foram relatados dor no peito, reações vaso-vagais e reações hipersensibilidade que podem, em raras ocasiões, ser graves. Tanto as reações vaso-vagais quanto as de hipersensibilidade são associadas com sintomas gerais, tais como: síncope, sudorese, tontura, erupção cutânea, dispnéia, rubor e alterações na pressão sangüínea e freqüência cardíaca. Os pacientes devem ficar sob supervisão médica durante a infusão de VISUDYNE. Não há dados clínicos sobre a utilização de VISUDYNE em pacientes anestesiados. Em porcos sedados ou anestesiados, uma dose de VISUDYNE maior que 10 vezes a dose recomendada em pacientes, administrada em bolus causou efeitos hemodinâmicos graves, incluindo morte, provavelmente como resultado da ativação do sistema complemento. A administração prévia de difenidramina diminuiu estes efeitos, sugerindo que a histamina possa ter um papel neste processo. Este efeito não foi observado em porcos conscientes, não-sedados, nem em outras espécies, incluindo humanos. A verteporfina, em níveis 5 vezes a concentração plasmática máxima esperada em pacientes tratados, provocou um baixo nível de ativação complemento no sangue humano in vitro. Não foi relatada ativação do complemento clinicamente relevante, porém o risco de reações anafiláticas devido a ativação do complemento não pode ser descartada. Estudos clínicos controlados permitiram somente o tratamento de um olho por paciente. Entretanto, se o tratamento no segundo olho é extremamente necessário, deve-se aplicar a radiação no segundo olho imediatamente após a aplicação da radiação no primeiro olho no máximo 20 minutos após o início da infusão. O uso de lasers incompatíveis que não fornecem as características de radiação requeridas para fotoativação de VISUDYNE pode resultar em tratamento incompleto devido a ativação parcial de VISUDYNE, em tratamento excessivo devido a ativação excessiva de VISUDYNE ou dano no tecido normal circundante. Efeitos sobre a habilidade de dirigir ou operar máquinas: Após o tratamento com VISUDYNE, os pacientes podem desenvolver distúrbios visuais transitórios como visão anormal, diminuição da visão ou alterações no campo visual que podem inter ferir na sua habilidade de dirigir ou operar máquinas. Os pacientes não devem dirigir ou operar máquinas enquanto persistirem esses sintomas. Gravidez e lactação: Não há estudos em mulheres grávidas. O uso da verteporfina mostrou efeitos teratogênicos em uma espécie (de ratos) com doses que causam toxicidade maternal (ver Dados de segurança pré-clínicos). O risco potencial em humanos não é conhecido. VISUDYNE somente deve ser usado em mulheres grávidas somente se o benefício potencial (para a mãe) exceder o risco para o feto. A verteporfina e seu metabólito diácido foram encontrados no leite humano. Após uma dose individual única de 6 mg/m2, o nível de verteporfina no leite materno chega a 66% da concentração plasmática e é indetectável após 12 horas. O metabólito diácido mostrou baixo pico de concentração, mas persistiu pelo menos por 48 horas. Como os efeitos da verteporfina e de seu metabólito são desconhecidos em neonatos, deve-se interromper ou postergar o tratamento, levando-se em consideração os riscos do atraso do tratamento para mãe. Baseado na diminuição das concentrações do metabólito diácido no leite materno em 48 horas, as mães não devem amamentar durante 96 horas após a terapia com VISUDYNE.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco - Uso pediátrico: A segurança e a eficácia de VISUDYNE em pacientes pediátricos não foram estabelecidas.

Interações medicamentosas - Não foram realizados estudos específicos de interação medicamentosa em humanos. É possível que o uso concomitante de agentes fotossensibilizantes (como, por exemplo, tetraciclinas, sulfonamidas, fenotiazinas, agentes hipoglicemiantes como sulfoniluréias, diuréticos tiazídicos e griseofulvina) pode aumentar o risco de reações de fotossensibilização.

Reações adversas a medicamentos - Em ensaios clínicos controlados por placebo, as seguintes reações adversas foram consideradas potencialmente relacionadas ao tratamento com VISUDYNE em pacientes com neovascularização coroidiana subfoveal devido à degeneração macular relacionada à idade (DMRI). As reações relatadas em pacientes com miopia patológica e síndrome de histoplasmose ocular foram semelhantes àquelas relatadas em pacientes com DMRI. A maioria das reações foram de leves a moderadas e de natureza transitória. Efeitos colaterais oculares: Efeitos comuns (³ 1/100, < 1/10): visão anormal, como borramento, enevoamento, confusão, flashes de luz, visão diminuída, alteração do campo visual como halos escuros ou cinzas, escotomas e manchas negras. Diminuição grave da visão, equivalente a quatro linhas ou mais, dentro de sete dias, foi relatada em 2,1% dos pacientes tratados com verteporfina nos estudos clínicos oculares, placebo-controlados de fase III e em menos de 1% dos pacientes em estudos clínicos não controlados. Esse evento ocorreu principalmente em pacientes com DMRI somente com lesões NVC oculta. Foi observada uma recuperação parcial da visão em alguns pacientes. Efeitos incomuns (³ 1/1.000, < 1/100): descolamento da retina (não-regmatogênico), hemorragia retiniana/sub-retiniana, hemorragia vítrea. Efeitos colaterais no local da injeção: Efeitos comuns (³ 1/100, < 1/10): dor, edema, inflamação, extravasamento. Efeitos incomuns (³ 1/1.000, < 1/100): hemorragia, descoloração e hipersensibilidade. Efeitos colaterais sistêmicos: Efeitos comuns (³ 1/100, < 1/10): dor relacionada à infusão, apresentando-se principalmente como dor nas costas, reação de fotossensibilidade, astenia. As reações de fotossensibilidade (em 2,2% dos pacientes e < 1% dos tratamentos com VISUDYNE) ocorreram sob a forma de queimaduras solares após exposição ao sol, geralmente nas 24 horas após a infusão com VISUDYNE. Estas reações podem ser evitadas se forem seguidas as instruções de proteção contra a fotossensibilização descritas no item Advertências. A dor nas costas durante a infusão, no grupo tratado com VISUDYNE, não foi associada com qualquer evidência de hemólise ou reação alérgica e geralmente se resolveu ao final da infusão. Efeitos incomuns (³ 1/1.000, < 1/100): hipertensão, hipoestesia, febre, náusea. Reações adversas espontâneas ou raras observadas nos estudos clínicos (< 0,1%) incluíram: Efeitos colaterais oculares: Não perfusão dos vasos coroidianos ou retinianos; Efeitos colaterais no local da injeção: Vesiculação. Efeitos colaterais sistêmicos: Reações vaso-vagais e reações de hipersensibilidade, que em raros casos podem ser graves. Sintomas gerais incluem: cefaléia, indisposição, síncope, sudorese, tontura, erupção cutânea, urticária, prurido, dispnéia, rubor e alterações na pressão arterial ou no ritmo cardíaco. Dor relacionada à infusão, apresentando-se principalmente como dor nas costas e no peito podem também se irradiar para outras áreas como a pelve, zona do ombro ou costelas.

Atenção - Este produto é um novo medicamento e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, podem ocorrer efeitos indesejáveis não conhecidos. Se isto ocorrer, o médico responsável deve ser comunicado.

Superdose - A superdose de VISUDYNE e/ou da radiação no olho tratado pode provocar uma situação de não-perfusão não-seletiva dos vasos sangüíneos normais da retina com possibilidade de uma redução grave da visão. A superdose de verteporfina pode prolongar o período de fotossensibilidade do paciente. Neste caso, o paciente deve prolongar o período de proteção da pele e dos olhos da incidência de luz solar direta ou de luz artificial intensa, por um período de tempo proporcional a superdose recebida.

Armazenagem - O produto deve ser armazenado em temperaturas de até 25°C e protegido da luz. Manter o frasco-ampola dentro do cartucho para proteger o produto da luz. Após reconstituição e diluição, proteger da luz até o momento do uso e utilizar no máximo dentro de 4 horas, mantendo o produto em temperaturas de até 25°C. Do ponto de vista microbiológico o produto deve ser usado imediatamente.

Venda Sob Prescrição Médica.

Fabricado por: Parkedale Pharmaceuticals Inc. - Rochester, MI, EUA.

® Marca registrada de Novartis AG, Basiléia, Suíça.

Serviço de Informações ao Cliente: 0800-8883003.

Registro no M.S. 1.0068.0890.

Importado, embalado e distribuído por:
NOVARTIS Biociências S.A.

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Informamos que esta se destina unicamente para consultas e que o uso de medicamentos sem orientação adequada pode trazer riscos a saúde. O ClinicaBR recomenda a todos os pacientes a procurarem sempre uma orientação médica.

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