Rental Software - Vivorental.com

Info:
- Aluguel de Computadores para consultorios, com toda a suporte: Convex
- Aluguel de multifuncionais, com toner, cilindro e suporte: Convex
- Adovagados - Previdenciario, DPVAT, Civil, Familia e Criminal - em Sinop / MT
- CRM, Proposal, Contracts and Invoices Management tool for small business
- CRM FOR RENTAL COMPANIES

Bula Medicamento - Levoid


Levoid

Levotiroxina sódica


Indicações - Como terapia de reposição ou suplementação hormonal em pacientes com hipotireoidismo congênito ou adquirido de qualquer etiologia (exceto no hipotireoidismo transitório, durante a fase de recuperação de tireoidite subaguda). Supressão do TSH hipofisário no tratamento ou prevenção dos vários tipos de bócios eutireoidianos, inclusive nódulos tireoidianos, tireoidite linfocítica subaguda ou crônica (tireoidite de Hashimoto), bócio multinodular e na regressão de metástases de neoplasias malignas de tireóide tireotropino-dependentes, como os carcinomas foliculares e papilares (o carcinoma medular de tiróide geralmente não responde a essa terapia).Como agente diagnóstico nos testes de supressão, auxiliando no diagnóstico da suspeita de hipertireoidismo leve ou de glândula tireóide autônoma.

Contra-indicações - Hipersensibilidade aos componentes da fórmula, infarto do miocárdio recente, tireotoxicose não-tratada de qualquer etiologia, insuficiência supra-renal não-compensada, angina pectoris e hipertensão arterial não-tratadas.

Advertências - Os hormônios tireoidianos devem ser usados com cautela em pacientes portadores de hipertensão arterial, insuficiência supra-renal, anorexia acompanhada de desnutrição e tuberculose. A utilização de levotiroxina pode modificar o equilíbrio glicêmico do diabético, levando à necessidade de um aumento da posologia do hipoglicemiante. Deve-se investigar, antes do início do tratamento, se o paciente faz uso de efedrina, epinefrina ou isoproterenol para tratamento da asma. Em pacientes com bócio difuso não-tóxico ou doença nodular da tireóide, particularmente o idoso ou aqueles com doença cardiovascular subjacente, a terapia com levotiroxina sódica é contra-indicada se o nível sérico de TSH já estiver suprimido, devido ao risco de precipitar tireotoxicose franca (ver item Contra-indicações). Deve-se ter cautela quando administrar levotiroxina a pacientes com doenças cardiovasculares e a idosos, nos quais há um risco aumentado de doença cardíaca oculta. Nestes pacientes, a terapia com LEVOID deve ser iniciada com doses baixas; o tratamento com levotiroxina sódica em doses excessivas pode ter efeitos cardiovasculares adversos, tais como: aumento na freqüência cardíaca, aumento da espessura e da contratilidade da parede cardíaca, além de poder precipitar angina pectoris e/ou arritmias cardíacas. Os riscos de uso por via de administração não recomendada são: a não-obtenção do efeito desejado e a ocorrência de reações adversas. A levotiroxina tem um índice terapêutico estreito e a respeito da indicação para uso, titulação cuidadosa da dosagem é necessária, para evitar as conseqüências de supertratamento ou subtratamento. Efeitos sobre a densidade mineral óssea: Em mulheres, a terapia em longo prazo com levotiroxina sódica foi associada com a reabsorção óssea aumentada e a diminuição da densidade mineral óssea. É recomendado que para esse grupo de pacientes deve ser empregada a dose mínima necessária para atingir a resposta clínica e bioquímica desejada. Distúrbios endócrinos associados: Deficiências hormonais hipotalâmicas/pituitárias: Em pacientes com hipotireoidismo secundário ou terciário, deficiências hormonais hipotalâmicas/pituitárias adicionais devem ser consideradas e tratadas quando necessário. Síndrome poliglandular auto-imune: Ocasionalmente, tireoidite auto-imune crônica pode ocorrer em associação com outras doenças auto-imunes, tais como: insuficiência adrenal, anemia perniciosa e diabetes mellitus insulinodependente. Pacientes com insuficiência adrenal concomitante devem ser tratados com reposição de glicocorticóides antes do início do tratamento com levotiroxina sódica. Testes laboratoriais: Gerais: A adequação da terapia é determinada pela avaliação periódica de testes laboratoriais apropriados e pela avaliação clínica. Adultos: Em pacientes adultos com hipotireoidismo primário os níveis séricos de TSH (usando um teste sensível) isolados podem ser utilizados para monitorar a terapia. A freqüência da monitoração do TSH durante a titulação da dose de levotiroxina depende da situação clínica, porém é geralmente recomendada em intervalos de 6-8 semanas até a normalização. Pediatria: Em pacientes com hipotireoidismo congênito, a adequação da terapia de reposição deve ser avaliada, medindo-se tanto o TSH sérico (usando um teste sensível) como o T4 livre ou total. Durante os três primeiros anos de vida, o T4 sérico livre ou total deve ser mantido, em todos os períodos, em um limite superior à metade da concentração normal. A freqüência recomendada de monitoração de TSH e T4 livre ou total em crianças é como se segue: em 2 e 4 semanas após o início do tratamento; a cada 1-2 meses durante o primeiro ano de vida; a cada 2-3 meses entre 1 e 3 anos de idade e a cada 3 a 12 meses depois disso, até o crescimento ser completado. Hipotireoidismo secundário (pituitário) e terciário (hipotalâmico): A adequação da terapia deve ser avaliada, medindo-se os níveis séricos de T4 livre, que devem ser mantidos em um limite superior à metade da concentração normal nestes pacientes. Carcinogênese, mutagênese e dano da fertilidade: Estudos com animais foram realizados para avaliar os potenciais carcinogênico e mutagênico ou os efeitos da levotiroxina sobre a fertilidade. Embora tenha havido uma associação relatada entre terapia hormonal prolongada da tireóide e câncer de mama, isto não foi confirmado. Pacientes recebendo LEVOID para indicações clínicas apropriadas devem ser titulados à uma dose de reposição eficaz mais baixa. Gravidez e lactação: A levotiroxina atravessa a barreira placentária em quantidade limitada, mas o seu uso na prática médica não mostrou efeitos adversos no feto. Assim, o tratamento com LEVOID não precisa ser modificado durante a gravidez, pois não oferece risco para o feto. A quantidade de levotiroxina excretada pelo leite materno é mínima e não está associada a nenhum efeito colateral ou potencial tumorogênico. Quantidades adequadas de levotiroxina são necessárias para manter a lactação normal. Categoria de risco de gravidez A: Devido à prevalência aumentada de doença cardiovascular entre os idosos, a terapia com levotiroxina não deve ser iniciada com doses de reposição plenas. Em pacientes cardiopatas e/ou idosos, a terapia com LEVOID deve ser iniciada com doses baixas, por exemplo, 25-50 mcg de levotiroxina. Nesses pacientes, deve ser realizada uma monitoração rigorosa da terapêutica com levotiroxina (ver item Posologia). No caso de hipotireoidismo congênito, recuperação rápida das concentrações séricas normais de T4 é essencial para prevenir os efeitos adversos desta doença sobre o desenvolvimento intelectual, bem como sobre o crescimento e maturação física total. Portanto, a terapia com LEVOID deve ser iniciada imediatamente após o diagnóstico, e é geralmente continuado por toda a vida. Durante as primeiras 2 semanas de terapia com LEVOID, neonatos devem ser rigorosamente monitorados, devido à sobrecarga cardíaca, arritmias e aspiração do lactente ávido. O paciente deve ser monitorado rigorosamente para evitar subtratamento ou supertratamento. O subtratamento pode resultar baixo desempenho escolar, devido à concentração prejudicada e à atividade mental lenta, e em altura adulta reduzida. O supertratamento pode acelerar a idade óssea e resultar em fechamento epifisário prematuro e estatura adulta comprometida. A utilização da levotiroxina pode modificar o equilíbrio glicêmico do diabético, levando à necessidade de um aumento da posologia do hipoglicemiante.

Posologia - LEVOID é administrado como uma dose única diária, preferencialmente meia a uma hora antes do café da manhã. LEVOID deve ser tomado no mínimo com um intervalo de 4 horas das drogas e alimentos que são conhecidas por interferir com a sua absorção (ver item Interações medicamentosas). Devido à meia-vida longa da levotiroxina, o efeito terapêutico máximo em uma dada dose de levotiroxina sódica pode não ser atingido em período inferior de 4-6 semanas. Deve-se ter cautela quando administrar LEVOID em pacientes com doença cardiovascular subjacente, idosos e aqueles pacientes com insuficiência adrenal concomitante. As doses administradas de LEVOID variam de acordo com o grau de hipotireoidismo, a idade do paciente e a tolerabilidade individual. A fim de se adaptar a posologia, é recomendável antes de iniciar o tratamento efetuar as dosagens radioimunológicas de (T3), (T4) e do TSH. Adultos: Hipotireoidismo: LEVOID dose inicial: 50 mcg/dia, aumentando-se 25 mcg a cada 2 ou 3 semanas, até que o efeito desejado seja atingido. Em pacientes com hipotireoidismo de longa data, particularmente com suspeita de alterações cardiovasculares, a dose inicial deverá ser ainda mais baixa (25 mcg/dia). Manutenção: 75 a 125 mcg diários, sendo que alguns pacientes com má absorção podem necessitar de até 200 mcg/dia. A dose de manutenção média é 170 mcg/dia. A falta de resposta às doses de 200 mcg/dia sugere má absorção, não obediência ao tratamento ou erro diagnóstico. Supressão de TSH (câncer de tiróide/nódulos/bócios eutiroidianos) em adultos: Dose supressiva média de levotiroxina (T4): 2,6 mcg/kg/dia, durante 7 a 10 dias. Crianças: Hipotireoidismo: Doses usuais por via oral: de 1 a 5 anos: 5 a 6 mcg/kg/dia; de 6 a 10 anos: 4 a 5 mcg/kg/dia; acima de 10 anos: 2 a 3 mcg/kg/dia, até que a dose de adulto seja atingida (usualmente de 150 mcg/dia). A posologia é em geral estabelecida em função dos resultados das dosagens hormonais. A dose recomendada é de 2 a 3 mcg/kg/dia.

Interaçôes medicamentosas - a) Drogas que podem reduzir a secreção do TSH: A redução não é mantida; portanto, o hipotireoidismo não ocorre: Dopamina/agonistas da dopamina; glicocorticóides; octreotida. b) Drogas que podem diminuir a secreção do hormônio tireoidiano, podendo resultar em hipotireoidismo: Aminoglutetimida; amiodarona; iodo (incluindo agentes de contraste radiográfico contendo iodo); lítio; metimazol; propiltiouracil (PTU); sulfonamidas; tolbutamida. c) Drogas que podem aumentar a secreção do hormônio tireoidiano, resultando em hipertireoidismo: Amiodarona; iodo (incluindo agentes de contraste radiográfico contendo iodo). d) Drogas que podem diminuir a absorção de T4, resultando em hipotireoidismo: Antiácidos; hidróxidos de alumínio e magnésio; simeticona; seqüestrantes de ácidos biliares; colestiramina; colestipol; carbonato de cálcio; resinas de troca catiônica; caiexalato; sulfato ferroso; sucralfato; magaldrato. e) Drogas que podem alterar o transporte de T4 e T3 sérico - mas concentração de FT4 permanece normal, e, portanto, o paciente permanece em eutireoidismo: e.1) Drogas que podem aumentar a concentração de TBG sérico: Clofibrato; contraceptivos orais contendo estrógeno; estrógenos (oral); heroína/metadona; 5-fluorouracil; mitotano; tamoxifeno. e.2) Drogas que podem diminuir a concentração de TBG sérico: Andrógenos/esteróides anabólicos; asparaginase; glicocorticóides; ácido nicotínico - liberação lenta; f) Drogas que podem causar alteração na ligação protéica no sítio: Furosemida (> 80 mg IV); heparina; hidantína; drogas antiinflamatórias não-esteroidais; fenamatos; fenilbutazona; salicilatos (> 2 g/dia). g) Drogas que podem aumentar o metabolismo hepático, que pode resultar em hipotireoidismo: Carbamazepina; hidantoínas; fenobarbital; rifampicina. h) Drogas que podem reduzir a atividade T4 5'-deiodinase: Amiodarona; antagonistas beta-adrenérgicos (p. ex.: propranolol > 160 mg/dia); glicocorticóides (p. ex.: dexametasona > 4 mg/dia); propiltiouracil i) Outras drogas que podem desencadear interações medicamentosas com levotiroxina: Anticoagulantes (orais): derivados da cumarina e derivados da indandiona; antidepressivos: tricíclicos (p. ex.: amitriptilina) e tetracíclicos (p. ex.: maprotilina); serotonina seletiva; inibidores seletivos da recaptação de serotonina (p. ex.: sertralina); agentes antidiabéticos; biguanidas; metiglinidas; sulfoniluréias; tiazolidinedionas; insulina. Glicosídeos cardíacos; citocinas: interferon-a; interleucina-2; hormônios de crescimento: somatrem, somatropina; quetamina; metilxantina; broncodilatadores (p. ex.: teofilina); agentes radiográficos; simpatomiméticos (efedrina, epinefrina, metilfenidato); hidrato de cloral; diazepam; etionamida; lovastatina; metoclopramida; 6-mecaptopurina; nitroprussiato; para-aminosalicilato sódico; resorcinol (uso tópico excessivo); diuréticos tiazídicos; cloroquina; estrógenos conjugados; estradiol; estriol; estrona; imatinibe; ritonavir; raloxifeno. Em tratamento concomitante, a levotiroxina (LEVOID) pode provocar os seguintes efeitos: A levotiroxina pode reduzir a ação dos hipoglicemiantes orais e da insulina; a colestiramina e contraceptivos orais reduzem a ação da levotiroxina; a levotiroxina potencializa os efeitos das anfetaminas, anticoagulantes orais, antidepressivos, digitálicos, efedrina, adrenalina e metilfenidato; o ácido acetilsalicílico e a fenitoína aumentam o efeito da levotiroxina. A levotiroxina sódica deve ser tomada no mínimo com um intervalo de 4 horas das drogas que são conhecidas por interferir com a sua absorção. Interações com alimentos: Os alimentos podem interferir com a absorção da levotiroxina. Assim, recomenda-se a administração de LEVOID com o estômago vazio (meia a 1 hora antes do café da manhã), a fim de aumentar a sua absorção. Farinha de soja (fórmula pediátrica), cereais de semente de algodão, nozes e dieta à base de fibras podem se ligar e diminuir a absorção da levotiroxina sódica do trato gastrintestinal.

Reações adversas a medicamentos - As reações adversas associadas com a terapia de levotiroxina são primariamente aquelas de hipertireoidismo, devido à superdosagem terapêutica. Elas incluem o seguinte: Gerais: Fadiga, aumento do apetite, perda de peso, intolerância ao calor, sudorese, diarréia. Sistema nervoso central: Cefaléia, hiperatividade, nervosismo, irritabilidade, labilidade emocional, insônia. Musculoesqueléticas: Tremores, fraqueza muscular.Cardiovasculares: Agravamento de cardiopatias preexistentes (p. ex.: angina, infarto do miocárdio e arritmias), palpitações, taquicardia, arritmias, aumento da pulsação e da pressão arterial, insuficiência cardíaca, angina. Respiratórias: Dispnéia. Gastrintestinais: Diarréia, vômito, espasmos abdominais e elevações nos testes de função hepática. Dermatológicas: Perda de cabelo, rubor. Endócrinas: Hiponatremia e sintomas relacionados à insuficiência adrenocortical podem ocorrer durante o ajuste ou após a suspensão do uso da levotiroxina. Em longo prazo, o uso de levotiroxina pode provocar redução da densidade mineral óssea, particularmente nas situações em que não for realizado um monitoramento cuidadoso das doses empregadas. Reprodutivas: Irregularidades menstruais, fertilidade prejudicada. Outros: Pseudotumores cerebrais e epífise femoral primária com luxação, foram relatados em crianças recebendo terapia com levotiroxina. O supertratamento pode resultar em craniossinostose em neonatos e fechamento prematuro das epífises em crianças com altura adulta comprometida. Convulsões foram raramente relatadas com a instituição da terapia com levotiroxina. Em função da ocorrência de reações adversas, a redução, ou o ajuste de doses, deverá ser cuidadosamente avaliada pelo médico. Em caso de subdosagem, podem reaparecer sintomas de hipotireoidismo, tais como: apatia, cansaço, sonolência, cefaléia, fraqueza, ganho de peso e outros.

Atenção - Este é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, efeitos indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer. Neste caso, informe o seu médico.

Venda Sob Prescrição Médica.

Registro no M.S. 1.0573.0366.

ACHÉ Laboratórios Farmacêuticos S/A.

O Clinicabr é um software para area de saúde. Para consultar a venda de remédios, sugerimos alguns sites populares na internet. Farmácias e drogarias on line:

Farmagora - www.farmagora.com.br
Farmadelivery - www.farmadelivery.com.br
Netfarma - www.netfarma.com.br
Ultrafarma - www.ultrafarma.com.br
Drogaria Minas Brasil - www.drogariaminasbrasil.com.br
Onofre - www.onofre.com.br

Informamos que esta se destina unicamente para consultas e que o uso de medicamentos sem orientação adequada pode trazer riscos a saúde. O ClinicaBR recomenda a todos os pacientes a procurarem sempre uma orientação médica.

Acidex VIAGRA MICROVLAR SALONPAS GEL Cialis Adegrip TYLENOL Adeforte Uni Vir Creme Software Medico Rivotril Novalgina Adriblastina Rd Puran T4 Advil Adalat Retard Acular Acrosin Bulario Software Odontologico Acarsan Locao Ad-element Cadastrar Dorflex Aerolin CID-10 Absten S HIPOGLOS Ad-til Accuvit NEOSALDINA Acticalcin Acne-aid BUSCOPAN Adalat Ciclo 21