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Bula Medicamento - Digoxina


Digoxina®

Digoxina

Uso adulto e pediátrico


Formas farmacêuticas, vias de administração e apresentações comercializadas - DIGOXINA® Comprimidos: É apresentado em caixas com 25 unidades. DIGOXINA® Elixir pediátrico: Frascos com 60 ml de elixir.

Composição - Cada comprimido de DIGOXINA® contém: Digoxina 0,25 mg; Excipientes (lactose, amido de milho e estearato de magnésio) q.s.p. 1 comprimido. Cada ml do elixir pediátrico de DIGOXINA® contém: Digoxina 0,05 mg; Veículo (fosfato de sódio anidro, ácido cítrico monoidratado, metilparabeno, açúcar, corante amarelo de quinoleína, aroma de lima, propilenoglicol, álcool etílico e água deionizada) q.s.p. 1 ml

Informações técnicas aos profissionais de saúde

Características farmacológicas - Propriedades farmacodinâmicas: DIGOXINA® aumenta a contratilidade do miocárdio por atividade direta. Este efeito é proporcional à dose na faixa mais baixa, e algum efeito é alcançado mesmo com doses bastante baixas. O efeito ocorre até com o miocárdio normal, embora neste caso não apresente nenhum benefício fisiológico. A ação primária de DIGOXINA® é, especificamente, inibir a adenosina trifosfatase, e, desta maneira, a atividade trocadora da bomba sódio/potássio. Esta distribuição iônica alterada cruza a membrana resultando em um afluxo aumentado dos íons cálcio e, assim, um aumento na disponibilidade de cálcio no tempo do par excitação-contração. Por esse motivo, a potência de DIGOXINA® pode parecer consideravelmente intensificada quando a concentração de potássio extracelular é baixa; ao passo que o efeito oposto é obtido na condição de hipercalemia. DIGOXINA® exerce o mesmo efeito de inibição do mecanismo trocador sódio/potássio sobre as células do sistema nervoso autônomo, estimulando-as a exercerem atividade cardíaca indireta. Aumentos nos impulsos vagais eferentes resultam em tônus simpático reduzido e taxa diminuída de condução do impulso através dos átrios e do nódulo atrioventricular. Deste modo, o maior efeito benéfico de DIGOXINA® é a redução da taxa ventricular. Mudanças indiretas na contratilidade cardíaca, também resultam em mudanças na complacência venosa, induzidas pela atividade autonômica venosa e por estimulação venosa direta. O efeito recíproco entre presença de certas arritmias supraventriculares, a redução da condução atrioventricular mediada neurogenicamente é maior. O grau de ativação neuro-hormonal que ocorre em pacientes com falência cardíaca é associado à deterioração clínica e risco aumentado de morte. DIGOXINA® reduz a ativação dos sistemas nervoso simpático e renina-angiotensina, independente de sua ação inotrópica, e influencia favoravelmente a sobrevida. Entretanto, este resultado é alcançado via efeitos diretos simpatoinibitórios ou pela ressensibilização do mecanismo barorreflexo pouco esclarecido. A atividade direta e indireta governa a resposta circulatória total, que não é idêntica para todos os pacientes. Propriedades farmacocinéticas: Após a administração oral, DIGOXINA® é absorvida pelo estômago e, em maior parte, pelo intestino. A absorção é retardada, mas não comprometida, pela ingestão de alimentos. Pela via oral, o início do efeito ocorre em 0,5-2 horas alcançando o máximo em 2-6 horas. A biodisponibilidade de DIGOXINA® administrada por via oral sob a forma de comprimido é de, aproximadamente, 63% e 75% para elixir pediátrico. A distribuição inicial de DIGOXINA® do centro para os compartimentos periféricos geralmente demora de 6 a 8 horas. Este fato é acompanhado pela diminuição na concentração plasmática de DIGOXINA® de forma mais gradual, a qual é dependente da eliminação de DIGOXINA® pelo corpo. O volume de distribuição é grande (Vdss = 510 litros em voluntários saudáveis), indicando que DIGOXINA® liga-se extensivamente aos tecidos corporais. As concentrações mais elevadas de DIGOXINA® são encontradas no coração, fígado e rim. No coração, a média é 30 vezes superior à da circulação sistêmica. Embora a concentração no músculo esquelético seja muito menor, esta não pode ser ignorada visto que o músculo esquelético representa 40% do peso total do corpo. Aproximadamente 25% da DIGOXINA® plasmática encontram-se ligados às proteínas plasmáticas. A principal via de eliminação é a excreção renal da droga não-modificada. Após administração intravenosa em voluntários sadios, de 60%-75% da dose de DIGOXINA® foram recuperados inalterados na urina durante o período de acompanhamento de 6 dias. O clearance corpóreo total de DIGOXINA® parece estar diretamente relacionado à função renal e, desta forma, a porcentagem de perda diária é uma função do clearance de creatinina e pode ser estimado pela creatinina sérica estável. Foram encontrados valores de 193 ± 25 ml/min e 152 ± 24 ml/min para os clearances renal e total, respectivamente. Em uma porcentagem pequena de indivíduos, DIGOXINA® administrada por via oral é convertida em produtos de redução cardioinativos (produtos de redução de DIGOXINA® ou PRDs), através de colônias de bactérias do trato gastrointestinal. Neste caso mais de 40% da dose podem ser excretados como PRDs na urina. O clearance renal dos dois metabólitos principais, diidrodigoxina e digoxigenin foram encontrados, sendo 79 ± 13 ml/min e 100 ± 26 ml/min, respectivamente. Na maioria dos casos, entretanto, a principal via de eliminação de DIGOXINA® é a excreção renal da dose inalterada. A meia-vida de eliminação terminal da digoxina, em pacientes com função renal normal, é de 30 a 40 horas, e é prolongada em pacientes portadores de disfunção renal. Em pacientes anúricos, a meia-vida de eliminação terminal deve ser de cerca de 100 horas. O clearance renal de DIGOXINA® é diminuído em recém-nascidos, sendo necessários ajustes de dosagem. Isto é especialmente importante em bebês prematuros, visto que o clearance renal reflete a maturidade da função renal. O clearance de DIGOXINA® é de 65,6 ± 30 ml/min/1,73 m2, aos 3 meses, comparado com somente 32 ± 7 ml/min/1,73 m2, em uma semana. Além dos recém-nascidos, as crianças geralmente necessitam de doses proporcionalmente maiores que os adultos, com base no peso corporal e na área da superfície corporal.Considerando que existe mais droga presente nos tecidos que na circulação sangüínea, DIGOXINA® não é removida do corpo de modo eficaz durante a passagem cardiopulmonar. Além disto, apenas cerca de 3% da dose de DIGOXINA® são removidos do corpo durante 5 horas de hemodiálise.

Resultados de eficácia - Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva classe funcional I e II a fração de ejeção do ventrículo esquerdo aumentou de forma significativa em 4,1% no grupo tratado com digoxina quando comparado a 1,3% no grupo placebo. (p < 0,05). Referência: DEC, GW. Digoxin remains useful in the management of chronic heart failure. Med Clin N Am, 87: 313-317, 2003.

Indicações - Insuficiência cardíaca: DIGOXINA® é indicada no tratamento da insuficiência cardíaca congestiva onde o problema dominante é a disfunção sistólica. Neste caso, o benefício terapêutico é maior nos pacientes com dilatação ventricular. DIGOXINA® é indicada especificamente onde a insuficiência cardíaca é acompanhada de fibrilação atrial. Arritmia supraventricular: DIGOXINA® também é indicada no tratamento de certas arritmias supraventriculares, particularmente fibrilação ou flutter atrial crônico.

Contra indicações - DIGOXINA® é contra-indicada nos seguintes casos: Presença de bloqueio cardíaco completo intermitente ou bloqueio atrioventricular de segundo grau, especialmente se houver história de síndrome de Stokes-Adams. Arritmias causadas por intoxicação por glicosídeos cardíacos. Arritmias supraventriculares associadas com uma via atrioventricular acessória, como na síndrome de Wolff-Parkinson-White, a menos que as características eletrofisiológicas da via acessória tenham sido avaliadas. Se a via acessória for conhecida ou se houver suspeita de sua existência, e não houver história de arritmias supraventriculares anteriores, DIGOXINA® será contra-indicada da mesma forma. Cardiomiopatia obstrutiva hipertrófica, a menos que haja fibrilação atrial e insuficiência cardíaca concomitantes (mas, mesmo neste caso, deve-se tomar cuidado caso use DIGOXINA®. Pacientes com conhecida hipersensibilidade a DIGOXINA® ou a outros glicosídeos digitálicos. Taquicardia ventricular ou fibrilação ventricular.

Modo de usar e cuidados de conservação depois de aberto - Mantenha o medicamento na embalagem original, em temperatura ambiente, entre 15°C e 30°C, e protegido da luz e umidade. DIGOXINA® Elixir pediátrico deve ser armazenado abaixo de 25°C.

Posologia - A dose de DIGOXINA® deve ser ajustada individualmente por paciente, de acordo com a idade, peso corporal e função renal. As doses sugeridas devem ser interpretadas somente como uma diretriz inicial. Adultos e crianças com mais de 10 anos: Digitalização oral: 0,25 mg diariamente, seguidos por doses de manutenção apropriadas. A melhora clínica deve ser observada dentro de uma semana. Manutenção: 0,25 mg diariamente, é a indicação para pacientes com função renal relativamente normal. Porém, nos mais sensíveis, a dose pode ser de até 0,0625 mg por dia, ou mesmo administrada a intervalos maiores. Crianças com menos de 10 anos: Digitalização: 0,01 a 0,02 mg/kg de peso corporal, repetidos a cada 6 horas, até que o resultado terapêutico seja obtido, geralmente após a administração de 2 a 4 doses. Manutenção: 0,01 a 0,02 mg/kg de peso corporal diariamente, em dose única. A faixa de dose mais baixa aplica-se a recém-nascidos. Estes esquemas posológicos devem servir como diretriz. A observação clínica cuidadosa e o controle dos níveis séricos de DIGOXINA® (ver Controle, em Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco) devem ser utilizados como base para o ajuste da dose nestes grupos de pacientes pediátricos. Caso tenham sido administrados glicosídeos cardíacos nas duas semanas precedentes ao tratamento com DIGOXINA®, deve-se prever que as doses ótimas de digitalização serão menores que as recomendadas anteriormente.

Advertências - A toxicidade de DIGOXINA® pode precipitar arritmias, sendo que algumas delas podem ser parecidas com arritmias para as quais a droga é indicada. Por exemplo, a taquicardia atrial com bloqueio atrioventricular variável requer cuidado especial, porque, clinicamente, o ritmo parece-se com fibrilação atrial. Muitos efeitos benéficos de DIGOXINA® em arritmias resultam do grau de bloqueio na condução atrioventricular. Entretanto, se o bloqueio atrioventricular incompleto for preexistente, o efeito de rápida progressão no bloqueio deve ser antecipada. No bloqueio cardíaco completo, o ritmo de escape idioventricular deve ser suprimido. Em alguns casos de distúrbio sinoatrial (por exemplo, síndrome do nó sinusal), DIGOXINA® pode causar ou exacerbar bradicardia sinusal ou causar bloqueio sinoatrial. A administração de DIGOXINA® no período imediatamente após infarto do miocárdio não é contra-indicada. Contudo, o uso de drogas inotrópicas em alguns pacientes nestas condições pode resultar em um aumento indesejável na demanda de oxigênio pelo miocárdio e isquemia. Alguns estudos retrospectivos sugerem que DIGOXINA® está associada ao aumento do risco de morte. Deve-se considerar a possibilidade aumentada de arritmias em pacientes hipocalêmicos, após infarto do miocárdio, e naqueles com instabilidade hemodinâmica. As limitações impostas após cardioversão de corrente direta também devem ser consideradas. DIGOXINA® melhora a tolerância aos exercícios em pacientes com função sistólica do ventrículo esquerdo prejudicada e ritmo sinusal normal. Isto pode ou não estar associado a um perfil hemodinâmico aumentado. Entretanto, o benefício de DIGOXINA® em pacientes com arritmia supraventricular é mais evidente no repouso, menos evidente com exercício. Em pacientes que estejam recebendo diuréticos e inibidores da ECA, ou somente diuréticos, foi demonstrado que o uso concomitante de DIGOXINA® leva à deterioração clínica. O uso de doses terapêuticas de DIGOXINA® pode prolongar o intervalo PR e causar depressão do segmento ST no eletrocardiograma. DIGOXINA® pode produzir mudanças ST-T falso-positivo no eletrocardiograma durante teste de esforço. Estes efeitos eletrofisiológicos refletem um efeito esperado da droga, não sendo indicativos de toxicidade. A determinação da concentração sérica de DIGOXINA® pode ser de grande ajuda na decisão de continuar o tratamento com DIGOXINA®, mas doses tóxicas de outros glicosídeos podem apresentar uma reação cruzada no ensaio e erroneamente sugerir medidas aparentemente satisfatórias. A observação durante a suspensão temporária de DIGOXINA® pode ser mais apropriada. Nos casos em que tenham sido administrados glicosídeos nas 2 semanas precedentes, devem ser reconsideradas as recomendações para as doses iniciais, e aconselha-se uma redução da dose. As recomendações de doses devem ser igualmente reconsideradas se os pacientes forem idosos ou apresentarem outras razões para que o clearance renal seja reduzido para DIGOXINA®, como, por exemplo, doença renal ou comprometimento da função renal secundário à doença cardiovascular. A eliminação reduzida nestes casos impõe uma redução tanto nas doses iniciais como nas de manutenção. Pacientes que recebem DIGOXINA® devem ter eletrólitos plasmáticos e função renal (concentração de creatinina plasmática) periodicamente avaliados; a freqüência destas avaliações dependerá dos ajustes clínicos. A hipocalemia sensibiliza o miocárdio para as ações dos glicosídeos cardíacos. Hipoxia, hipomagnesemia e hipercalcemia acentuada aumentam a sensibilidade do miocárdio aos glicosídeos cardíacos. A administração de DIGOXINA® a pacientes com doença da tireóide requer cuidado. As doses iniciais e de manutenção de DIGOXINA® devem ser reduzidas quando a função da tireóide estiver abaixo do normal. No hipertireoidismo há certa resistência a DIGOXINA® e pode ser necessário um aumento da dose. Durante o tratamento de tireotoxicose, assim que esta esteja sob controle deve-se reduzir a dose. Os pacientes com síndrome de má absorção ou reconstruções gastrointestinais podem necessitar de ajuste das doses de DIGOXINA®. Cardioversão de corrente direta: O risco de provocar arritmias perigosas com a cardioversão de corrente direta é bastante aumentado na presença de toxicidade por digitálicos e o risco aumenta proporcionalmente à energia utilizada na cardioversão. Na cardioversão de corrente direta eletiva de um paciente que esteja tomando DIGOXINA®, a droga deve ser suspensa 24 horas antes que a cardioversão seja realizada. Em casos de emergência, como nas paradas cardíacas, ao tentar a cardioversão deve-se aplicar a carga mínima eficaz. A cardioversão de corrente direta é inadequada para tratamento de arritmias que são supostamente ocasionadas por glicosídeos cardíacos. Os pacientes com doença respiratória grave podem apresentar um aumento na sensibilidade do miocárdio aos glicosídeos digitálicos. Teratogenicidade: Não há dados disponíveis sobre a possibilidade de DIGOXINA® apresentar efeitos teratogênicos. Fertilidade: Não há dados disponíveis sobre o efeito de DIGOXINA® sobre a fertilidade humana. Gravidez e lactação: O uso de DIGOXINA® na gravidez não é contra-indicado, embora a dose seja menos previsível nas gestantes do que nas mulheres que não estejam grávidas, sendo que algumas necessitam de uma dose mais alta de DIGOXINA® durante a gravidez. Como ocorre com todas as drogas, o uso deve ser considerado apenas quando os benefícios clínicos esperados com o tratamento para a mãe superarem qualquer possível risco ao feto em desenvolvimento. Apesar da exposição pré-natal a preparações digitálicas, nenhum efeito adverso significante foi observado no feto ou neonato quando a concentração de DIGOXINA® plasmática materna foi mantida dentro da faixa normal. Apesar de existirem especulações sobre o efeito direto de DIGOXINA® no miométrio poder resultar em parto prematuro e recém-nascidos de baixo peso, um papel importante da doença cardíaca não pode ser excluído. DIGOXINA® administrada à mãe tem sido usada para tratar taquicardia e insuficiência cardíaca congestiva fetais. Reações adversas fetais foram reportadas em mães com toxicidade digitálica. Apesar de DIGOXINA® ser excretada no leite materno, as quantidades são mínimas, e a amamentação não é contra-indicada. Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente o seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco - Pacientes idosos: A tendência ao prejuízo da função renal e a menor massa corpórea nos idosos influenciam a farmacocinética de DIGOXINA® e, a menos que sejam usadas doses menores que nos outros pacientes adultos, pode ocorrer prontamente a elevação dos níveis séricos de DIGOXINA® com a toxicidade associada a este aumento. Os níveis séricos de DIGOXINA® devem ser verificados regularmente e deve-se evitar a hipocalemia. Recomendações de dose em pacientes com doenças renais ou em tratamento com diuréticos: ver Advertências. Controle: As concentrações séricas de DIGOXINA® devem ser expressas em nanogramas/ml (ng/ml) ou nanomoles/litro (nM/l). Para converter ng/ml para nM/l, multiplicar ng/ml por 1,28. As concentrações séricas de DIGOXINA® podem ser determinadas por radioimunoensaio. Deve-se colher amostras de sangue a cada 6 horas ou mais após a última dose de DIGOXINA®. Não há diretrizes rígidas quanto à faixa de concentrações séricas mais eficaz, mas a maioria dos pacientes apresentará bons resultados, com baixo risco de desenvolver sinais e sintomas de toxicidade, com concentrações de DIGOXINA® de 0,8 ng/ml (1,02 nmol/l) a 2,0 ng/ml (2,56 nmol/l). Acima desta faixa tornam-se mais freqüentes sinais e sintomas de toxicidade, e é muito provável ocorrer toxicidade com níveis acima de 3,0 ng/ml (3,84 nmol/l). Contudo, ao decidir se os sintomas de um determinado paciente são devidos a DIGOXINA®, são fatores importantes o estado clínico, os níveis séricos de potássio e a função da tiróide. Outros glicosídeos, incluindo metabólitos de DIGOXINA®, podem interferir com as análises disponíveis e deve-se sempre ter cuidado com valores que não pareçam proporcionais ao estado clínico do paciente.

Interações medicamentosas - As interações medicamentosas podem surgir a partir de efeitos sobre a excreção renal, ligação aos tecidos, ligação às proteínas plasmáticas, distribuição no organismo, capacidade de absorção intestinal e sensibilidade a DIGOXINA®. A melhor precaução é considerar a possibilidade de interação sempre que algum tratamento concomitante for sugerido. Havendo qualquer dúvida, recomenda-se a verificação da concentração de DIGOXINA®. DIGOXINA® em associação com drogas bloqueadoras de receptores beta-adrenérgicos. Os agentes que causam hipocalemia ou depleção de potássio intracelular podem ocasionar um aumento de sensibilidade a DIGOXINA®. Tais agentes incluem: diuréticos, sais de lítio, corticosteróides e carbenoxolona. Pacientes que fazem uso de DIGOXINA® são mais suscetíveis aos efeitos do suxametônio - hipercalemia exarcebada. O cálcio, particularmente se administrado rapidamente pela via intravenosa, pode produzir sérias arritmias em pacientes digitálicos Os níveis séricos de DIGOXINA® podem ser aumentados pela administração concomitante das seguintes drogas: amiodarona, prazosina, propafenona, quinidina, espironolactona, antibióticos macrolídeos, p. ex.: eritromicina e claritromicina, tetraciclina, propantelina, flecainida, gentamicina, itraconazaol, quinina, trimetoprima, alprazolam, difenoxilato com atropina e indometacina. Os níveis séricos de DIGOXINA® podem ser reduzidos pela administração concomitante das seguintes drogas: antiácidos, caolinapectina, alguns laxantes formadores de massa e colestiramina, acarbose, sulfasalazina, neomicina, rifampicina, alguns citostáticos, fenitoína, metoclopramida, penicilamina adrenalina, salbutamol e Hypericum perforatum (erva-de-são-joão). Os bloqueadores dos canais de cálcio podem aumentar os níveis séricos de DIGOXINA®. Verapamil, felodipina e tiapamil aumentam os níveis séricos de DIGOXINA®. A nifedipina e o diltiazem podem aumentar os níveis séricos de DIGOXINA® ou não apresentar nenhum efeito sobre os mesmos. A isradipina não causa nenhuma alteração nos níveis séricos de DIGOXINA®. Inibidores da enzima conversora de angiotensina também podem aumentar ou não modificar os níveis de DIGOXINA® plasmática. A milrinona não altera os níveis séricos de DIGOXINA® no estado estável de equilíbrio.

Reações adversas a medicamentos - Em geral, as reações adversas de DIGOXINA® são dose-dependentes, e ocorrem em doses maiores que as necessárias para alcançar o efeito terapêutico. Entretanto, reações adversas não são menos comuns se a dose de DIGOXINA® usada estiver dentro da faixa ou concentração plasmática terapêutica recomendadas, e quando houver atenção com o medicamento prescrito e suas condições. As reações adversas de DIGOXINA® em crianças e bebês diferem das observadas em adultos em vários aspectos. Apesar de DIGOXINA® poder produzir anorexia, náuseas, vômitos, diarréia e distúrbios no SNC em pacientes jovens, raramente estes são os sintomas iniciais de superdosagem. A primeira e mais freqüente manifestação de superdosagem de DIGOXINA® em crianças e bebês é o aparecimento de arritmias cardíacas, incluindo bradicardia sinusal. Em crianças, o uso de DIGOXINA® pode produzir qualquer tipo de arritmia. As mais comuns são distúrbios de condução e taquiarritmias supraventricular, como taquicardia atrial (com ou sem bloqueio) e taquicardia juncional (nodal). Arritmias ventriculares são menos comuns. Bradicardia sinusal pode ser um sinal iminente de intoxicação por DIGOXINA®, especialmente em bebês, mesmo na ausência de bloqueio cardíaco de primeiro grau. Qualquer arritmia ou alteração na condução cardíaca que venha a se desenvolver em crianças em tratamento com DIGOXINA®, deve ser atribuída a esta droga até que se prove o contrário. Cardíacas: A toxicidade de DIGOXINA® pode causar vários distúrbios de condução e arritmias. Normalmente, um primeiro sinal é a ocorrência de extra-sístoles ventriculares, que podem evoluir para bigeminismo ou até trigeminismo. As taquicardias atriais, freqüentemente uma indicação para DIGOXINA®, podem ocorrer após a administração de uma alta dose da droga. A taquicardia atrial com bloqueio atrioventricular variável é particularmente característica, e a freqüência cardíaca pode não ser necessariamente rápida (ver Advertências). DIGOXINA® produz prolongamento do PR e depressão no segmento ST, que não devem ser considerados como toxicidade por DIGOXINA®. Toxicidade cardíaca também pode ocorrer em doses terapêuticas, a pacientes que tenham condições que possam alterar a sensibilidade a DIGOXINA®. Não-cardíacas: Estas reações estão principalmente associadas à superdosagem, mas podem ocorrer devido a uma concentração sérica temporariamente alta, ocasionada por uma absorção rápida. Elas incluem anorexia, náuseas e vômitos e, normalmente, desaparecem dentro de poucas horas após a administração da droga. Também pode ocorrer diarréia. É desaconselhável considerar as náuseas como um sintoma precoce da intoxicação digitálica. Pode ocorrer ginecomastia com a administração prolongada de DIGOXINA®. Fraqueza, tontura, confusão, apatia, fadiga, mal-estar, cefaléia, depressão e inclusive psicose foram relatados como efeitos adversos sobre o sistema nervoso central. A DIGOXINA® pode causar distúrbios visuais (visão turva ou amarelada). A administração oral de DIGOXINA® foi também associada a isquemia intestinal e, raramente, a necrose intestinal. Exantemas cutâneos (rashes) com características escarlatiniformes ou urticariformes são reações raras a DIGOXINA® e podem estar acompanhadas de pronunciada eosinofilia. Muito raramente, DIGOXINA® pode causar trombocitopenia.

Superdose - Sintomas e sinais: Ver Reações adversas a medicamentos. Adultos: Adultos sem doença cardíaca clinicamente observável sugerem que uma superdosagem de DIGOXINA® de 10-15 mg é a dose que resulta na morte da metade dos pacientes. Se mais de 25 mg de DIGOXINA® for ingerido por um adulto sem doenças cardíacas, resultará em morte e toxicidade progressiva, sensível somente a fragmentos de anticorpo Fab DIGOXINA®-ligante (Digibind®) - produto não comercializado no Brasil. Crianças: Crianças com 1 a 3 anos de idade sem doença cardíaca clinicamente observável sugerem que uma superdosagem de DIGOXINA® de 6-10 mg é a dose que resulta em morte da metade dos pacientes. Se mais de 10 mg de DIGOXINA® for ingerido por uma criança de 1 a 3 anos sem doenças cardíacas, o resultado é uniformemente fatal caso não seja administrado tratamento por fragmentos de Fab. Após ingestão recente, como envenenamento acidental ou deliberado, a sobrecarga disponível para absorção deve ser reduzida por lavagem gástrica. Pacientes com ingestão massiva de digitálico devem receber grandes doses de carvão ativado, a fim de prevenir absorção e ligação de DIGOXINA® ao intestino durante recirculação êntero-entérica. Caso ocorra hipocalemia, esta deve ser corrigida com suplementos de potássio, tanto via oral como intravenosa, dependendo da urgência da situação. Em casos onde forem ingeridas grandes quantidades de DIGOXINA®, pode estar presente hipercalemia devido à liberação de potássio a partir do músculo esquelético. Deve-se conhecer o nível de potássio sérico antes da administração de potássio na superdosagem por DIGOXINA®. Bradiarritmia pode responder à atropina mas pode ser necessário compasso cardíaco temporário. Arritmias ventriculares podem responder à lidocaína e à fenitoína. Diálise não é particularmente eficaz na remoção de DIGOXINA® corporal em toxicidade que ameace a vida. A reversão rápida das complicações que estão associadas com envenenamento sério por DIGOXINA®, digitoxina e glicosídeos relacionados são seguidas por administração intravenosa de fragmentos anticorpos (ovinos) Fab específicos para DIGOXINA®. DigibindÒ é um tratamento específico para toxicidade com DIGOXINA® e é muito efetivo. Maiores detalhes, consultar literatura sobre Digibind®.

Armazenagem - Mantenha o medicamento na embalagem original, em temperatura ambiente, entre 15°C e 30°C, e protegido da luz e umidade. DIGOXINA® Elixir pediátrico deve ser armazenado abaixo de 25°C.

Venda Sob Prescrição Médica.

SAC: 0800-7012233.

Registro no M.S. 1.0107.0200.

GLAXOSMITHKLINE Brasil Ltda.

O Clinicabr é um software para area de saúde. Para consultar a venda de remédios, sugerimos alguns sites populares na internet. Farmácias e drogarias on line:

Farmagora - www.farmagora.com.br
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Netfarma - www.netfarma.com.br
Ultrafarma - www.ultrafarma.com.br
Drogaria Minas Brasil - www.drogariaminasbrasil.com.br
Onofre - www.onofre.com.br

Informamos que esta se destina unicamente para consultas e que o uso de medicamentos sem orientação adequada pode trazer riscos a saúde. O ClinicaBR recomenda a todos os pacientes a procurarem sempre uma orientação médica.

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