Bula Medicamento - DEOCIL SL 10 MG


Forma Farmacêutica e Apresentação: Comprimido sublingual 1 Omg - Embalagem com 4, 10,20 e 150 comprimidos.
USO ADULTO
Composição: Cada comprimido contém 1º mg de cetorolaco trometamol eexcipiente q.S.p. 1 comprimido. Componentes não ativos: dióxido de silício, fosfato dissódico dihidratado, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, etilcelulose, essência de eucalipto, essência de menta, cíclarnato de sódio, acesulfame potássico, crospovidona, talco, butilhidroxi tolueno, estearato de magnésio.
INFORMAÇOESAO PACIENTE
Deocil é um antiinflamatório com uma potente ação analgésica. Seu efeito inicia-se 30 à 60 minuto após aadministração da dose inicial e perdura por 6 à 8 horas.
Cuidados de conservação: Em temperatura ambiente controlada (15 a30'C). Proteger da luz e da umidade.
Prazo de validade: 03 anos a partir da data de fabricação. Não usar o produto se o prazo de validade estiver vencido.
Gravidez e lactação: Cetorolaco é contra-indicado durante a gravidez e a lactação. Portanto, informe ao seu médico a ocorrência de gravidez durante o tratamento ou após seu término. Informe também se está amamentando.
Aconselha-se colocar o comprimido embaixo da língua e retê-Io durante 5 minutos sem engolir. Os comprimidos não devem ser mastigados nem engolidos. . Siga as orientações do seu médico, respeitando os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa otratamento sem o conhecimento do seu médico. .
A ocorrência de quaisquer reações adversas que venham a ocorrer na vigência do tratamento deverá ser comunicada ao médico. As reações adversas de maior incidência, ou seja, igualou maior que 1% são as seguintes: edema, sonolência, vertigem, cefaléia, sudorese, hipertensão, náusea, dispepsia, dor gastrointestinal, constipação, diarréia, flatulência, sensação de plenitude gastrointestinal, vômito, estomatite, púrpura, "rush" e prurido cutâneo. Foram relatados casos de reações de hipersensibilidade tais como anafilaxia, broncoespasmo, edema laríngeo e edema de língua.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS
Como segurança e eficácia em crianças não foi estabelecida, não se recomenda sua administração em menores de 18anos.

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE
INFORMAÇÕES TÉCNICAS Ocetorolaco é um antiinflamatório não esteroidal derivado do ácido propi6nico ciclico. Ocetorolaco inibe a síntese de prostaglandinas responsáveis pela dor, por inibir de forma seletiva a cicloxigenase a nível do ácido araquíd6nico, responsável pela síntese propriamente dita. O cetorolaco trometamol é rápido e completamente absorvido a partir da administração sublingual. Possui uma biodisponibilidade de 80-100%. Opico de concentração plasrnática (0,7 a 1,1 ~g/mL) ocorre cerca de 30 minoapós administração de uma dose de 10 mg. A meia-vida de eliminação plasmática oscila entre 2,4 e 9 horas em adultos saudáveis e entre 4,3 e 7,6 horas em idosos. O uso de antiácidos não tem demonstrado afetar afarmacocinética do cetorolaco. Aanalgesia se inicia após 30-60 minoda administração, mantendo-se por6-8 horas. Mais de 99% do cetorolaco no plasma está ligado às proteínas. Embora tenha uma alta concentração no plasma, somente cerca de 5% se liga à albumina. Uma diminuição da albumina sérica, resulta num aumento da concentração da droga livre. Muito pouca quantidade de cetorolaco atravessa abarreira hemato-encefálica.
Indicações: Analgésico, antiinfiamatório e antipirético. Pode ser utilizado notratamento da dor pós-operatória, pós-parto e cirurgias menores.
Contra-indicações: Hipersensibilidade: Como outros antiinflamatórios não esteroidais, o cetorolaco tem sido associado com reações de hipersensibilidade. O cetorolaco não deve ser usado quando há conhecimento ou suspeita de hipersensibilidade à droga e deve ser descontinuado em pacientes que desenvolveram sintomas de hlpersensibilidade durante a terapia. O cetorolaco não deve ser usado em pacientes com pólipos nasais, angioedema, reações de broncoespasmo (p. ex. asma, bronquite etc...), ou outras manifestações alérgicas ao AAS ou a outro antiinflamatório não esteroidal. Reações anaflláticas severas efatais têm ocorrido em casos isolados. Gastrointestinal: cetorolaco não deve ser usado em pacientes com suspeita ou confirmação de úlcera péptica, sangramento gastrointestinal, doenças inflamatórias ativas no sistema gastrointestinal ou em pacientes que tenham uma história de desordens deste tipo. Renal: cetorolaco écontra-indicado em pacientes com deficiência renal. Risco hemorrágico: cetorolaco é contra-indicado imediatamente antes de cirurgias de grande porte e quando a hemostase é crítica porque aumenta o risco de sangramento. O etorolaco é também contra-indicado em pacientes com deficiência de coagulação, pacientes pós cirúrgicos com alto risco hemorrágico ou hemostase incompleta, e em pacientes com suspeita ou confirmação de sangramento cerebrovascular. Gravidez: cetorolaco é contra-indicado no trabalho de parto e no parto porque, através do seu efeito inibidor da síntese de prostaglandinas, cetorolaco pode adversamente afetar a circulação fetal e inibir a musculatura uterina, aumentando então o risco de hemorragia uterina.-
Precauções: O médico deve informar ao paciente sobre as reações adversas eos riscos-benefícios da terapia. Antes, durante e após a administração do produto, deverão ser realizadas avaliações para se descartar alterações das funções renal e hepática e dos parâmetros hematológicos (principalmente discrasias sanguíneas elou manifestações hemorrágicas). Dada a ação das prostaglandinas na manutenção da perfusão renal, sua inibição por fármacos como o cetorolaco, pode precipitar insuficiência renal aguda, principalmente em pacientes com volume sanguíneo ou fluxo sanguíneo renal diminuído, sobretudo quando existem fatores que predispõe como disfunção renal e/ou hepática, insuficiência cardíaca, tratamento prévio com diuréticos e maiores de 65 anos. Em pacientes com depuração de creatinina diminuída, se encontra aumentada a vida média de eliminação dofármaco ede seus metabólitos. Seu uso pode provocar elevações das enzimas hepáticas principalmente de ALT. Isto e/ou a presença de sinais e sintomas de lesão hepática, são motivos para a suspensão do tratamento. Devido a que as lesões gastrointestinais podem apresentar-se na ausência de sinais e/ou sintomas premonitórios relacionados com este sistema, recomenda-se realizar exames para descartar sangue oculto nas fezes e a avaliação periódica deste sistema. Usar com grande cautela no pós-operatório de pacientes com coagulopatias e que recebem heparina (terapêutica ou profilaticamente) ou anticoagulantes orais, devido ao risco de hemorragias e/ou formação de hematomas na área da intervenção. Seu uso prolongado tem sido associado com uma maior incidência de reações adversas severas (especialmente úlcera péptica é/ou complicações da mesma, nefrite ou insuficiência renal e hemorragia na área da intervenção cirúrgica), para tal se recomenda limitar as doses e aumentar o intervalo da administração. Pacientes idosos e debilitados são mais susceptíveis à reações adversas.
Interações medicamentosas: Cetorolaco se liga em grande parte à proteína plasmática humana (99,2%) independentemente da concentração. Como o cetorolaco é uma droga altamente potente e se apresenta no plasma em baixas concentrações, não seria de se esperar que desloque outras drogas ligadas às proteínas significativamente. Concentrações terapêuticas de digoxina, warfarina, acetaminofen, fenitoína e tolbutamida não alteram aligação protêica de cetorolaco. Aumenta o risco de hemorragia quando usado concomitantemente com heparina ou anticoagulantes orais. Otempo de protrombina deve ser cuidadosamente monitorizado. Estudos "in-vitro" indicaram que concentrações terapêuticas de salicilatos (300 Jlg/ml ),a ligação de cetorolaco foi reduzida de 99,2% para 97,5% representando um potencial 2 vezes maior do nível de cetorolaco livre no plasma. Não há evidência em estudos em animal ou humano que o cetorolaco induz ou inibe as enzimas hepáticas capazes de metabolizar o próprio cetorolaco ou outras drogas ..Portanto não seria esperado alterar afarmacocinética de outras drogas devido ao mecanismo de indução ou inibição enzlrnátíca. É contra-indicado o uso de cetorolaco com probenecide por este aumentar significativamente o nível de cetorolaco no plasma e a meia-vida. cetorolaco reduz a resposta diurética dafurosemida em aproximadamente 20%.
Reações adversas: Reações adversas observadas com uma incidência igualou maior que 1% e com uma relação causa-efeito provável:
• Sistêmicas: edema.
• Sistema nervoso central: sonolência, vertigem, cefaléia (17%) e sudorese.
• Cardiovasculares: hipertensão
• Gastrointestinais: náusea (12%), dispepsia ( 12%), dor gastrointestinal ( 13%), constipação, diarréia, flatulência, sensação de plenitude gastrointestínal, vômito eestomatite.
• Hemáticas elinfáticas: púrpura.
• Dermatológicas: "rush" e prurido.
Reações observadas com uma incidência de menos de 1% e com uma relação causa-efeito provável: .
• Sistêmicas: reações de hipersensibilidade tais como anafilaxia, broncoespasmo, edema laríngeo, edema de língua, hipotensão, rubor, ganho de peso efebre.
• Sistema nervoso: convulsões, vertigem, tremor, transtornos do sono, alucinações eeuforia.
• Cardiovasculares: rubor, palpitação, palidez, hipotensão e síncope.
• Respiratórias: dispnéia, asma e edema pulmonar.
• Gastrointestinais: úlcera péptica, hemorragia gastrointestinal, perfuração gastrointestinal, vômito negro, sangramento retal, gastrite, gases, anorexia, aumento de apetite.
• Hepáticas: hepatite, insuficiência hepática e icterícía colestática.
• Hemáticas e linfáticas: hemorragia no local da cirurgia que raras vezes requer transfusão, trombocitopenia, epistase eanemia.
• Dermatológicas: sindrome de Lyell, sindrome de Stevens-Johnson, dermatite esfoliativa, "rush" máculo papular e urticária.
• Urogenitais: insuficiência renal aguda, dor nos flancos com ou sem hematúria e/ou azotemia, oligúria enefrite.
Reações observadas cuja relação causa-efeito com ocetorolaco nãofoi demonstrada:
• Sistêmicas: astenia. .
• Sistema nervoso central: parestesia, depressão, insônia, nervosismo, hipersinesia, estupor, delfrio, sede exerostomia.
• Respiratórios: rinite, tosse e dispnéia.
• Gastrointestinais: pancreatite.
• Hemáticas e linfáticas: leucopenia e eosinofilia.
• Urogenital: poliúria.
• Alterações dos órgãos dos sentidos: alterações da visão, visão turva, tinido.
Posologia: Adose usual é de 1comprimido (10 mg) cada 4 a 6 horas, devendo ser ajustada de acordo com a severidade da dor e a resposta do paciente, não excedendo 90 mg/24 horas. A duração máxima do tratamento não deve ser superior a5dias. Tratamentos mais prolongados tem sido associados' com Oaumento da incidência de reações adversas, algumas delas graves. Para pacientes com menos de 50 Kg, acima de 65 anos e com dores menos severas, uma dose menor érecomendada por ser efetiva nestes casos, não devendo exceder a 60 mg/24 h.
Superdosagem: Em caso de superdosagem deve ser procedida uma lavagem gástrica. O tratamento é sintomático. Não existe antídoto especifico. Hemodiálise não retira o cetorolaco satisfatoriamente da corrente sanguínea.
Pacientes idosos: Por ser o cetorolaco eliminado um tanto mais lentamente em idosos que também são mais sensíveis aos efeitos gastrointestinal e renal dos anti-inflamatórios, recomenda-se uma atenção extra euma dose menor efetiva deve ser usada, não devendo exceder a 60 mg/24 h.

O Clinicabr é um software para área de saúde. Para consultar a venda de remédios, sugerimos alguns sites populares na internet. Farmácias e drogarias on line:

Farmagora - www.farmagora.com.br
Farmadelivery - www.farmadelivery.com.br
Netfarma - www.netfarma.com.br
Ultrafarma - www.ultrafarma.com.br
Drogaria Minas Brasil - www.drogariaminasbrasil.com.br
PanVel farmácias - www.panvel.com
Onofre - www.onofre.com.br

Informamos que esta se destina unicamente para consultas e que o uso de medicamentos sem orientação adequada pode trazer riscos a saúde. O ClinicaBR recomenda a todos os pacientes a procurarem sempre uma orientação médica.

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